sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

tunis?

13/01/11

A vaga de protestos na Tunísia – de onde vem e para onde vai?

Tem-se lido e sabido pouco em Portugal acerca do que se está a passar na Tunísia (e na Argélia) desde Dezembro passado. Há quem já tenha chamado «intifada tunisina» a este movimento, iniciado após a revelação do conteúdo de alguns telegramas, enviados pelo embaixador norte-americano em Tunes e relativos à corrupção do Presidente, e na sequência da auto-imolação de um jovem desempregado na cidade de Sidi Bouzin . Neste momento, depois de várias manifestações assinaladas por confrontos entre desempregados/estudantes e polícia, membros da oposição e bloggers foram detidos, controlos impostos sobre o acesso à internet e há já algumas dezenas de mortos e desaparecidos. Um pouco como no Irão, mas sem que a CNN lhe dê tanta importância, pelas razões que se imaginam.
texto abaixo, escrito por Christopher Alexander, um investigador que se tem ocupado sobretudo da Tunísia,  procura esclarecer o ambiente e o contexto desta revolta à luz da história tunisina recente. Foi retirado de um portal tunisino que tem vindo a acompanhar os acontecimentos numa base quotidiana, reunindo textos escritos em árabe, francês e inglês. Embora eu não esteja de acordo com tudo o que diz, parece-me um bom primeiro passo para compreender o que está acontecer, afinal de contas aqui tão perto.  Traduzi-o a pedido de uma amiga e camarada tunisina, que está naturalmente angustiada com o que se está a passar (alguns dos detidos são amigos seus) e procura divulgá-lo pelo maior número possível de pessoas, línguas e países. Sintam-se por isso à vontade para o reproduzir e divulgar da maneira que considerarem mais adequada.

A vaga de protestos na Tunísia – de onde vem e para onde vai?
Janeiro tem sido tradicionalmente o mês de todos os dramas políticos na Tunísia – uma greve geral em Janeiro de 1978; uma insurreição apoiada pela Líbia em Janeiro de 1980; motins do pão em Janeiro de 1984. Este mês, contudo, Janeiro terá dificuldades em superar Dezembro precedente. As últimas duas semanas de 2010 testemunharam a mais dramática vaga de agitação social na Tunísia desde a década de 80. O que começou pelo protesto desesperado de um jovem contra o desemprego, em Sidi Bouzid, na região Centro-Oeste da Tunísia, alastrou rapidamente a outras regiões e outros temas. Poucos dias depois da tentativa de suicídio de Mohamed Bouazizi, em frente a instalações locais do governo, estudantes, professores, advogados, jornalistas, activistas pelos direitos humanos, sindicalistas e políticos da oposição desceram às ruas em várias cidades, incluindo Tunes, para condenar as políticas económicas governamentais, a repressão das vozes críticas a a corrupção de tipo mafioso que enriqueceu vários membros da família do Presidente.

Num país conhecido pela sua estabilidade autoritária, é fácil considerar esta agitação o prenúncio de uma transformação dramática. De facto, os protestos têm vindo a subir de tom há já pelo menos dois anos. A frustração está enraizada numa longa história de crescimento económico desequilibrado. Várias organizações ajudaram a converter esta frustração em protesto colectivo. Até agora, os protestos de Dezembro provocaram uma remodelação ministerial, o afastamento de um governador e a renovação do  compromisso de criar novos empregos em regiões empobrecidas. É impossível prever se virá a provocar alterações mais dramáticas. Se o poder de Ben Ali [Presidente da Tunísia] não foi imediatamente posto em risco, os protesos sugerem pelo menos que a sua estratégia de governo está seriamente ameaçada. O poder de Ben Ali vem assentando numa hábil combinação de cooptação e repressão. Ao afirmar a sua fidelidade à democracia e aos direitos humanos no início do seu mandato, apropriou-se de forma calculada da mensagem central da oposição liberal. Simultaneamente, empregou a manipulação eleitoral, a intimidação e os favores para cooptar líderes dos partidos de governo e de organizações da sociedade civil. Os que se revelaram inacessíveis através deste tipo de ferramentas sentira a força do aparato de segurança interna, que cresceu dramaticamente ao longo da década de 90. A maioria dos tunisinos aceitou com um ligeiro descontentamento a mão pesada de Ali ao longo dos anos Noventa. Um governo autoritário foi o preço a pagar pela estabilidade que atraiu turistas e investidores. Ben Ali foi um eficaz, ainda que pouco carismático, líder tecnocrático, capaz de derrotar os islamitas, gerar crescimento e salvar o país da desestabilização que atormentou a Argélia.
Ao longo dos últimos cinco anos, contudo, a estrutura do autoritarismo de Ben Ali começou a tremer. A partir do momento em que se tornou claro que os Islamitas já não representavam uma ameaça séria, muitos tunisinisos revelaram-se menos dispostos a aceitar a mão pesada do governo. O regime perdeu também alguma da sua anterior habilidade. Os seus métodos tornaram-se menos creativos e mais abertamente brutais. O governo pareceu menos disposto a pelo menos simular um qualquer tipo de diálogo com os críticos ou com os partidos da oposição. Detenções arbitrária, controlo sobre a imprensar e o acesso à internet, ataques físicos a jornalistas e a activistas dos direitos humanos ou de partidos políticos da oposição, tornaram-se mais frequentes. Tal como as histórias de corrupção – não os habituais favoritismos e favores, mas uma criminalidade verdadeiramente mafiosa que encheu os bolsos da mulher de Ben Ali e da sua família. O crescimento do Facebook, Twitter e da blogosfera tunisina – uma boa parte da qual está sedida fora do país – tornou muito mais fácil para os tunisinos saber das últimas detenções, espancamentos ou esquemas de negócios ilícitos que envolvem a família do presidente.
Um pouco antes de terem começado os protestos de Dezembro, a Wikileaks revelou comunicações internas do Departamento de Estado dos EUA, nas quais o Embaixador norte-americano descrevia Ben Ali como envelhecido, ultrapassado e rodeado de corrupção. Devido à reputação de Ben Ali enquanto um aliado subserviente dos EUA, pareceu relevante para vários tunisinos – particularmente para os que estão politicamente empenhados e envolvidos com as redes sociais – que diplomatas americanos afirmassem sobre Ben Ali exactamente as mesmas coisas que eles vêm dizendo. Estas revelações contribuíram para um ambiente favorável a uma onda de protestos com vastos apoios.
A Tunísia assumiu a reputação da economia mais próspera do Maghreb desde que Ben Ali tomou o poder, quando um conjunto de reformas liberalizadoras abriram o país ao investimento privado e integraram-no mais profundamente na economia regional. O crescimento anual do Produto Nacionl Bruto atingiu uma média de 5%. Mas as políticas do Governo fizeram pouco para resolver preocupações antigas acerca da distribuição do crescimento pelo país. Desde o período colonial, a actividade económica na Tunísia tem-se concentrado no Norte e ao longo do litoral Este. Em praticamente todos os planos de desenvolvimento económico desde a independência, em 1956, o Governo comprometeu-se a realizar investimentos, criar emprego e melhorar o nível de vida no Centro, no Sul e no Oeste. Diminuir as disparidades regionais contribuiria para a solidariedade nacional e tornaria mais lento o ritmo do êxodo rural. Este último elemento tornou-se uma preocupação específica à media que aumentaram os protestos sociais organizados por sindicalistas, estudantes e islamitas no final da década de Setenta e início da década de Oitenta.
Os investimentos governamentais transformaram as zonas rurais no que diz respeito ao acesso a água potável, eletrificação, infra-estruturas de transportes, saúde e educação. Mas o Governo nunca conseguiu criar, no interior do país, empregos suficientes para uma população em crescimento acelerado. De facto, dois aspectos da estratégia de desenvolvimento governamental tornaram efectivamente mais difícil criar empregos. Primeiro, a estratégia de desenvolvimento da Tunísia desde o início dos anos 70 baseou-se crescentemente nas exportações e no investimento privado. Para um país pequeno, com uma base de recursos limitada e ligações estreitas à Europa, esta estratégia acentuou a aposta no turismo e em productos manufactados rudimentares (sobretudo vestuário e produtos agrícolas) para o mercado europeu. A escassez de recursos naturais, os constrangimentos climáticos e a necessidade de minimizar custos de transportes tornou mais difícil atraír para o interior um número considerável de turistas ou produtores orientados para a actividade exportadora. Consequentemente, 80% da produção nacional continua concentrado nas áreas costeiras. Apenas um quinto da produção nacional está localizado no Sudoeste e no Centro-Oeste, onde reside 40% da população.
Problemas relacionados com a educação complicam um pouco mais as coisas. O Governo tunisino recebe há muito tempo elogios pelo seu empenho na generalização do acesso ao ensino. A cultura dominante considera a formação universitária a chave para a segurança e o avanço social. Contudo, as universidades não formam jovens com preparação para uma economia que depende de empregos não-qualificados no turismo e na indústria de confecções. Este desencontro entre a educação e as expectativas, por um lado, e as realidades do mercado de trabalho, pelo outro, gera frustrações sérias para os jovens que investiram em formação universitária mas não encontram empregos correspondentes. O desafio é particularmente difícil para jovens do interior. Enquanto as estimativas do desemprego nacional oscilam entre 13% e 16% , o desemprego entre licenciados em Sidi Bouzid oscila entre 25% e 30%.
O papel dos sindicatos é um dos aspectos mais marcantes dos protestos de Dezembro. O Governo trabalhou muito, e com bastante sucesso, para domesticar a confederação sindical única tunisina (UGTT) durante a década de Noventa. Mais recentemente contudo, activistas de alguns sindicatos conseguiram assumir posições mais independentes e conflituais. Em 2008, e novamente no início de 2010, activistas sindicais organizaram protestos prolongados na bacia mineira meridional de Gafsa. Os protagonistas e as reivindicações dessas situações foram bastante semelhantes aos que pudemos observar Dezembro passado. Sindicatos do sector da Educação, dos mais independentes e agressivos no interior da UGTT, desempenharam um papel determinante na organização de desempregados, muitos deles licenciados, que protestavam contra o falhanço do Governo na criação de empregos, contra a sua corrupção e a sua recusa em encetar um diálogo sincero. Organizações dos direitos humanos, jornalistas, advogados e partidos da oposição juntaram-se então para criticar as medidas restritivas do Governo relativamente à cobertura mediática dos protestos e à detenção e tortura dos manifestantes. Desta forma, uma vasta coligação de organizações da sociedade civil estabeleceu uma ligação entre as reivindicações básicas relacionadas com a subsistência e as preocupações relativas aos direitos humanos fundamentais e ao funcionamento do Estado de Direito. Juntaram também realidades sociais quer trascendem distinções classistas e regionais – jovens desempregados em Sidi Bouzid, Menzel Bouzaien e Regueb, advogados e jornalistas em Monastir, Sfax e Tunes.
É ainda demasiado cedo para saber se estes protestos assinalam o início do fim para Ben Ali. Contudo, a actual situação política tunisina assemelha-se muito à que existia em  1975 e em 1976, o início da queda do predecessor de Ben Ali, Habib Bourghuiba. Mais uma vez, assistimos a um presidente envelhecido que parece crescentemente desfasado e cuja capacidade para cooptar e reprimir está deteriorada. Vemos ainda um sistema política ao qual faltam possíveis sucessores fortes e um mecanismo claro para os selecionar. Temos um conjunto de reivindicações económicas e políticas que beneficiam do apoio de um conjunto de organizações da sociedade civil, incluindo algumas com capacidade para mobilizar um considerável número de descontentes. A médio e longo prazo, é este o aspecto mais significativo dos protestos de Dezembro. O facto de os jovens desempregados terem saído às ruas é muito menos importante do que o facto da sua causa ter sido partilhada – e complementada – pelas organizações da sociedade civil que passaram a maior parte do período de governo de Ben Ali sob a sua alçada ou demasiado receosas para agir.
Apesar disso, importa relembrar que Bourguiba não caiu abruptamente perante um movimento de massas que reunia um alargado apoio popular. O seu governo apodreceu gradualmente durante mais de uma década. Adicionalmente, o golpe militar sem mortos de Ben Ali, e a sua governação posterior, aproveitaram largamente a desorganização da classe política tunisina. A sociedade civil da Tunísia, incluindo os partidos da oposição, é notoroamente fácil de dividir e conquistar. Se a capacidade revelada por Ben Ali para reprimir e cooperar se deteriourou, não desapareceu por completo. Com os protestos de Dezembro, a Tunísia poderá ter virado uma esquina decisiva. Contudo, nada na história do país ou na sua actual situação torna mais fácil acreditar que os protestos irão convergir rapidamente para um movimento unificado de oposição com uma mensagem clara, um líder carismático e uma base nacional de apoio. Adicionalmente, outro longo e lento deslizamento na direcção do caos poderia simplesmente criar as condições para a emergência de outro Ben Ali – outro presidente não eleito capaz de tomar o poder no topo e mudar muito pouco na base.
 Christopher Alexander

Em tunis

Governo decreta toque de recolher na Tunísia

Medida foi anunciada por Ministério do Interior em meio a distúrbios violentos que deixaram entre 20 e 50 mortos no país

iG São Paulo | 12/01/2011 16:13
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O Ministério do Interior tunisiano decretou nesta quarta-feira toque de recolher noturno na capital Túnis e nos bairros periféricos que a circundam, após os distúrbios violentos registrados desde a noite passada.
A medida, anunciada em comunicado pelo ministério, foi tomada depois que o primeiro-ministro da Tunísia, Mohamed Ghannouchi, anunciou a destituição do ministro do Interior Rafik Belhaj Kacem, enquanto unidades do Exército se desdobraram na capital e em vários bairros onde aumentaram os confrontos entre manifestantes e as forças de segurança.
Foto: AP
Soldado dirige veículo blindado na periferia de Túnis, capital da Tunísia
Em uma nova tentativa do governo de frear a onda de contestação social, o primeiro-ministro anunciou a criação de uma comissão de investigação sobre os casos de corrupção nas estruturas de poder denunciadas pelos partidos de oposição e pelas organizações sociais. Ghannouchi também anunciou que serão libertados todos aqueles que foram presos desde o início dos protestos, em meados de dezembro.
Depois que os distúrbios chegaram pela primeira vez à capital na terça-feira à noite, unidades do Exército integradas por soldados, caminhões e veículos blindados tomaram posições, especialmente nas grandes avenidas do centro da cidade e em alguns bairros dos arredores.
Confrontos
Em um distrito de Túnis, mais de 1 mil jovens protestaram na noite de terça-feira, ateando fogo a um ônibus e atacando inúmeras lojas e agências bancárias. No centro da capital, além de várias unidades da polícia, dois veículos do Exército e soldados armados vigiavam nesta quarta-feira a praça onde desemboca a popular avenida Habib Burguiba, a principal do país.
Unidades militares também tomaram posições em torno da sede da emissora de televisão estatal e outros edifícios oficiais. Segundo o governo, os enfrentamentos provocaram 23 mortes em todo o país, enquanto os partidos de oposição e os sindicatos dizem que o número de vítimas superaria os 50.
Os protestos na Tunísia explodiram em 17 de dezembro, quando Mohammed Bouazizi, um jovem de 26 anos, incendiou o próprio corpo na localidade de Sidi Bouzid para denunciar abusos administrativos depois que a polícia confiscou as frutas e legumes que vendia na rua, com o argumento de que não tinha permissão para exercer a atividade.
O jovem, um desempregado com nível superior, morreu em 4 de janeiro em um hospital da capital tunisiana. Por causa dos protestos sem precedentes no país, em algumas regiões foi declarado o toque de recolher e os militares saíram às ruas, embora até o momento tenham permanecido em seus quartéis na capital.
Autoridades europeias alertaram seus viajantes sobre viagens à Tunísia, cuja imagem de praias mediterrâneas atraem milhões de turistas europeus anualmente, e fazem do turismo uma das principais frentes econômicas da pequena nação africana.
Foto: AP
Banco que foi vandalizado durante distúrbios, em Ettadhamoun, no oeste de Túnis, capital da Tunísia
*Com AFP e AP

    Viva Tunisia

    quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

    Propostas de Alexandre Barbosa

    Meio Ambiente
    • Transformação de praças em parques verdes as áreas com baixo índice de arborização;
    • Instalação de sistema de captação de água da chuva e aquecedores solares em conjuntos habitacionais;
    • Adoção de tecnologia verde na construção e funcionamento de prédios escolares;
    • Instalação de postos públicos para coleta de lixo eletrônico;
    • Criação de usinas de reciclagem;
    • Implantação de fábricas de artefatos e materiais de construção com entulho de obras.

    Terceiro Setor
    • Criação do curso de Técnico em Gestão de Organizações Sociais do Terceiro Setor;
    • Implantação do Programa Estadual de Capacitação de Dirigentes e Entidades Sociais;
    • Maior autonomia e recursos para a Agência de Desenvolvimento Social (ADS);
    • Ampliação do número de convênios do Governo do Estado com entidades assistenciais;
    • Criação de banco de projetos sociais para o financiamento público e privado;
    • Aumento do repasse de verbas estaduais às entidades do terceiro setor;
    • Mais apoio do governo para os projetos sociais mantidos pelas entidades;
    • Parceria do poder público e a iniciativa privada para o custeio de obras sociais.

    Habitação / Infrestrutura
    • Criação de linha de crédito subsidiado para o financiamento de imóveis para servidores;
    • Implantação de centros comunitários e esportivos em áreas de conjuntos habitacionais;
    • Instituição do curso de gestores de condomínios para síndicos de conjuntos habitacionais;
    • Formação de brigadas de incêndio em favelas e núcleos populares de moradia;
    • Criação de Programa Popular de Pavimentação de Ruas, com verbas estaduais;
    • Concessão de incentivos fiscais para a renovação de frota de lotações e transporte escolar;
    • Readequação dos logradouros e prédios públicos para acessibilidade dos deficientes.

    Saúde
    • Aumento do valor repassado pelo Governo do estado aos hospitais que atendem pacientes pelo SUS;
    • Criação do serviço de apoio aos pacientes em tratamento contra o câncer;
    • Implantação de núcleos de recuperação e apoio aos jovens dependentes de drogas;
    • Instituição do Programa Estadual de Saúde do Idosos, com atendimento preventivo domiciliar;
    • Implantação do programa de Coleta Móvel de Sangue e Captação de Doadores de Medulas.

    Cultura / Turismo / Esportes
    • Implantação do Circuito Religioso da Baixada Santista e Vale do Paraíba;
    • Ampliação do Programa Estadual Bolsa-talento para patrocinar atletas em competições esportivas;
    • Realização dos Jogos Escolares, com a participação de alunos/atletas de todo o Estado;
    • Criação do curso pós-técnico de Restauração e Conservação de Bens Culturais;
    • Abertura de cursos de formação básica para jovens aprendizes em ofícios de apoio à restauração de bens culturais;
    • Criação de Calendários Regionais de Eventos Culturais e Artísticos;
    • Reformulação da legislação estadual para facilitar a restauração de prédios históricos;
    • Implantação do programa Cultura na Escola, para incentivar talentos artísticos nas escolas.

    Segurança
    • Unificação do Adicional Operacional de Localidade (AOL) pago aos policiais militares e civis;
    • Implantação das Delegacias Especializadas em Roubos a Residências nos municípios paulistas, com ênfase para regiões metropolitanas;
    • Aumento do efetivo policial;
    • Atribuição de carreira jurídica de Estado para Delegados de Polícia;
    • Autonomia administrativa e orçamentária da Polícia Civil e Militar.

    Fenix