sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

PMDB SP

Baleia Rossi


Partido: PMDB
Área de atuação: Geração de Empregos, Saúde
Base Eleitoral: Ribeirão Preto e região
Telefone: 3886-6863/6868
Fax: 3884-4899
Sala: 3103 / 3º andar
e-mail: baleiarossi@al.sp.gov.br
Aniversário: 09/06
Luís Felipe Baleia Tenuto Rossi conta que sua trajetória política começou aos 20 anos, como o vereador mais jovem da Câmara Municipal de Ribeirão Preto. Conta ainda que, aos 28 anos, em seu terceiro mandato, foi o vereador mais votado da história da cidade. Aos 30, elegeu-se deputado, com mais de 77 mil votos. Bacharel em direito, foi vice-presidente da Câmara e secretário municipal de Esportes. Sua atuação tem se voltado sobretudo para a defesa de interesses que conduzem ao fortalecimento da família. É um incentivador de práticas ecológicas e esportivas e que afastem os jovens da violência das ruas. Foi reeleito para a 16ª legislatura, com início em 15 de março de 2007. Foi líder do PMDB na ALESP.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Vale?

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20/01/2011 - 08:30
Indústria
Corrente de negócios
A planta de pelotização da Vale, em construção no Porto de Sohar, em Omã, garantiu oportunidade de negócios para o Grupo Vidy, que exportou e implantou um laboratório no local.
Geovana Pagel geovana.pagel@anba.com.br
Divulgação
O Laboratório Físico é uma das cinco áreas do projeto

São Paulo - A presença da Vale em Omã, país localizado na Península Arábica, está gerando oportunidades de negócios para outras empresas brasileiras. É o caso do Grupo Vidy, de Taboão da Serra, em São Paulo, que foi escolhido para implantar e gerenciar um grande laboratório na planta de pelotização da mineradora, em construção no distrito industrial do porto omanita de Sohar.

De acordo com André Peixe Stauffenegger, responsável pelo departamento técnico-comercial do Vidy, que passou quatro meses em Omã acompanhando a instalação do laboratório, o empreendimento tem mais de 1.000 metros quadrados e será responsável pela análise da matéria-prima recebida no porto, ou seja, o minério de ferro, e também da pelota acabada.

O projeto da Vale compreende a construção de uma planta de pelotização, que será operada pela subsidiária Vale Oman Pelletizing Company (VOPC), com capacidade de produção anual de nove milhões de tonelada de pelotas; uma central de logística industrial com terminal marítimo; e um centro de distribuição com a capacidade para a movimentação de até 40 milhões de toneladas de minério de ferro e pelotas por ano.

Divulgação
Espaço que abriga o Laboratório Metalúrgico

O Grupo Vidy foi responsável pelo projeto básico da implantação e auxiliou a Vale Omã na definição de equipamentos e processos que seriam desenvolvidos no laboratório. “Após a finalização desta etapa, uma empresa local foi responsável pelo projeto executivo e construção do prédio, ficando a cargo do Grupo Vidy o gerenciamento desta engenharia”, explica Stauffenegger.

Uma segunda etapa do fornecimento foi a venda e instalação de todo o mobiliário técnico e equipamentos do laboratório. “Foram enviados para Omã técnicos brasileiros para supervisionar e instalar os equipamentos, contratado no mercado local empresas para suporte [de serviços] como marcenaria e mecânica”, conta.

A empresa

O Grupo Vidy, fundado há mais de 50 anos, é especializado em engenharia de laboratórios e desenvolve projetos por meio de uma equipe de engenheiros e arquitetos.

A empresa tem faturamento anual de cerca de US$ 30 milhões, sendo 30% resultado de exportações. Ela exporta seus produtos e serviços há muitos anos. Entre os principais importadores estão Costa Rica, Angola, países do Mercosul, Iraque e agora Omã.

Contato
Telefone: +55 (11) 4787-3399
E-mail: vidy@vidy.com.br
Site: www.vidy.com.br

Aluminio

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25/01/2011 - 07:00
Indústria
Golfo pode investir US$ 55 bilhões em alumínio
Os investimentos já previstos na indústria local para os próximos 10 anos são de US$ 30 bilhões, mas o total pode subir para US$ 55 bilhões com novos projetos que devem surgir.
Da redação*
São Paulo – As duas principais economias do Golfo – Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos – podem investir US$ 55 bilhões na indústria de alumínio nos próximos dez anos, segundo informações do o jornal Khaleej Times, de Dubai.

Os investimentos já previstos no setor nos países do Golfo estão estimados em US$ 30 bilhões, mas podem alcançar os US$ 55 bilhões até 2020, com a ampliação de usinas e novos projetos a serem lançados.

Somente o complexo industrial de alumínio que está sendo construído pela americana Alcoa e pela Empresa de Mineração da Arábia Saudita (Ma’aden) vai receber investimento de US$ 10,5 bilhões.

A produção da Dubai Aluminium Company (Dubal), de Dubai e da Emirates Aluminium, de Abu Dhabi, alcança 1,8 milhão de toneladas de alumínio ao ano, o que representa 40% da capacidade de produção do Oriente Médio como um todo.

"O alumínio surgiu como uma das principais atividades para o desenvolvimento econômico dos países árabes. O produto já faz parte dos grandes esforços da região para prosseguir com o desenvolvimento da economia não-petrolífera e do gás natural. O setor já contribui fortemente para o comércio exterior, para a criação de empregos e para a expansão econômica e há espaço para maior crescimento, com maior capacidade de produção e maiores usinas", disse o secretário-geral do conselho de alumínio do Golfo, Mahmood Daylami, ao jornal.

Há também um maior número de investidores de fora do Golfo interessados por causa da disponibilidade de gás natural a baixo custo e do posicionamento estratégico da região. A indústria de alumínio consome muita energia, daí a vantagem do gás barato. A proximidade dos mercados da Europa é outra vantagem. Os europeus compram do Golfo 6% do alumínio que consomem.

Outras oportunidades de investimento serão apresentadas durante a segunda edição da feira Aluminium Dubai, promovida pela Reed Exhibitions. Na feira, que ocorre em maio, serão apresentados produtos, tecnologias e oportunidades de investimento no setor no Oriente Médio.

*Tradução de Mark Ament

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Osca

25/01/2011 - 12h05
Documentário sobre Vik Muniz é indicado ao Oscar
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DE SÃO PAULO

O filme "Lixo Extraordinário" ("Waste Land"), sobre o artista brasileiro Vik Muniz, foi indicado ao Oscar de documentário. A lista de indicações foi anunciada nesta terça-feira.

Dirigido por Lucy Walker e pelos brasileiros João Jardim e Karen Harley, o filme levou em 2010 o prêmio de melhor documentário da International Documentary Association (EUA). Venceu também como melhor documentário do Festival de Berlim.

Veja galeria de fotos de "Lixo Extraordinário"
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Artista que já trabalhou com ingredientes tão inusitados como ketchup, açúcar e calda de chocolate, Vik Muniz vai ao Jardim Gramacho, aterro metropolitano no Rio de Janeiro, ainda sem uma definição do que será o seu próximo trabalho. É no lixão que ele encontra sua 'próxima' obra.

O documentário explora a relação de três anos que se estabeleceu entre Muniz e os catadores do lixão, que deram ao artista os objetos usados em suas imagens. Após dois meses retratando o aterro sanitário, Muniz contratou cerca de dez catadores para montar as imagens, num galpão em Parada de Lucas, subúrbio carioca.

"Lixo Extraordinário" concorre com "Exit through the Gift Shop", de Banksy, "Gasland", "Trabalho Interno" e "Restrepo".

Divulgação

Cena de "Lixo Extraordinário", documentário sobre o artista brasileiro Vik Muniz que concorre ao Oscar

Carnaval Nutrisse Regulamento

http://nutrisse.com.br/carnaval/regulamento.html

Nelson Domingue Presidenteda da EcoUrbis

O diretor operacional da EcoUrbis, Nelson Domingos Pinto jr., explica que as mudas produzidas serão utilizadas na recuperação florestal nas áreas  do  Aterro Sanitário Sítio São João, do aterro Central de Tratamento de Resíduos Sólidos Leste (CLT), que será implantado em breve, e de outros aterros sanitários desativados, como o de Sapopemba, São Mateus e Santo Amaro. Além disso, o projeto deve colaborar na arborização da região de São Mateus e seu entorno. "Nós atuamos na cidade de São Paulo, que valoriza muito essa questão das áreas verdes e tem a necessidade disso. Pretendemos contribuir para isso. Esse é um empreendimento muito prazeroso, porque está ligado à natureza", diz Nelson.
Para a bióloga Zulmara Salvador, uma das responsáveis pelo projeto, a finalidade mais importante do viveiro, é a educacional. O espaço estará aberto para visitas de instituições, escolas e comunidades da região para que recebam informação sobre todas as etapas da produção de mudas e também sobre a importância da preservação e recuperação ambiental. "Nosso objetivo aqui não é só informar é educar, ensinar. Outros projetos são informativos, o nosso é educativo. Essa é a diferença, nós estamos aqui para discutir com a comunidade para encontrar o melhor caminho", explica Zulmara.

Luiz Gonzaga

CPI das Enchentes
Luiz Gonzaga é o presidente da LOGA