Prefeitura da Cidade de São Paulo
Conheça a equipe do governo
Prefeito: Gilberto Kassab
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15, Centro
PABX: 3113-8000
E-mail: gabinetedoprefeito@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Vice-prefeita: Alda Marco Antonio
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15, Centro
PABX: 3113-8000
Foto e currículo
Governo Municipal
Secretário: Nelson de Almeida Prado Hervey Costa
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15, Centro
PABX: 3113-8001 / 3113-8002 / 3113-8003 / 3113-8004
E-mail: metropole@prefeitura.sp.gov.br
Assistência e Desenvolvimento Social
Secretária: Alda Marco Antônio
Rua Líbero Badaró, 561/569, Centro
PABX: 3291-9666
E-mail: sas_gabinete@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Coordenação das Subprefeituras
Secretário: Ronaldo Souza Camargo
Rua Líbero Badaró, 425 - 31 andar, Centro
PABX: 3101-5050
E-mail: smsp@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Cultura
Secretário: Carlos Augusto Machado Calil
Avenida São João, 473 - 9º ao 15º andar, Centro
PABX: 3397-0000
E-mail: cultura@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Desenvolvimento Econômico e do Trabalho
Secretário: Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque
Avenida São João, 473 - 4º e 5º andares, Centro
PABX: 3224-6000
Foto e currículo
Desenvolvimento Urbano
Secretário: Miguel Luiz Bucalem
Rua São Bento, 405, 17º e 18º andares, Centro
Telefone: 3291-4850
Foto e currículo
Educação
Secretário: Alexandre Alves Schneider
Rua Borges Lagoa, 1230, Vila Clementino
Telefone: 3396-0600
E-mail: smegab@prefeitura.sp.gov.br
Foto e curriculo
Especial de Articulação Metropolitana
Rua São Bento, 405, 24º andar, Centro
Telefone: 3397-3431
Especial de Controle Urbano
Secretário: Orlando de Almeida Filho
Rua Líbero Badaró, 504 – 26° andar
Telefone: 3397-9551
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Especial de Direitos Humanos
Secretário: José Gregori
Páteo do Colégio, 05, 7º andar, Centro
Telefone: 3397-1400
Foto e currículo
Especial do Microempreendedor Individual
Secretário: Natanael Miranda dos Anjos
Rua Líbero Badaró, 425 - 2° andar - Centro
Telefones: 3396-7010 / 7013
E-mail: nmanjos@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Especial de Relações Governamentais
Secretário: Antonio Carlos Rizeque Malufe
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15, 5º e 10º andares
Telefone: 3113-8290
E-mail: relacoesgovernamentais@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Esportes, Lazer e Recreação
Secretário: Walter Meyer Feldman
Alameda Iraé, 35, Vila Clementino
PABX: 3396-6400
E-mail: esportes@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Executiva de Comunicação
Secretário-Executivo: Marcus Vinicius Sinval
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15 - 6º e 10º andares, Centro
PABX: 3113-8000
Foto e currículo
Finanças
Secretário: Mauro Ricardo Machado Costa
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15 - 11º e 12º andares, Centro
PABX: 3113-8000
E-mail: gabsf@prefeitura.sp.gov.br
Foto e Currículo
Habitação
Secretário: Luiz Ricardo Pereira Leite
Rua São Bento, 405 - 22º andar, Centro
PABX: 3397-3400
E-mail: sehabimprensa@prefeitura.sp.gov.br
Infraestrutura Urbana e Obras
Secretário: Elton Santa Fé Zacarias
Av. São João, 473, Centro
PABX: 3337-9900
E-mail: siurb@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Negócios Jurídicos
Secretário: Cláudio Lembo
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15 - 8º andar, Centro
PABX: 3113-8000
E-mail: snj_gab@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Ouvidoria Geral
Avenida São João, 473 - 16º e 17º andares, Centro
PABX: 3334-7100
0800-175717, com atendimento entre 9h e 17h
Participação e Parceria
Secretário: Francisco Itálico Buonafina
Rua Líbero Badaró, 119 - 5º andar, Centro
PABX: 3113-8000
E-mail: participacaoeparceria@prefeitura.sp.gov.br
Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida
Secretário: Marcos Belizário
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15 - 10º andar, Centro
PABX: 3113-8000
Foto e currículo
Planejamento, Orçamento e Gestão
Secretário: Rubens Chammas
Rua Viaduto do Chá, 15 - 3º, 9º e 10º andares, Centro
PABX: 3113-8000
E-mail: sempla@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Relações Internacionais
Secretário: Alfredo Cotait Neto
Edifício Matarazzo - Viaduto do Chá, 15 - 7º andar, Centro
PABX: 3113-8000
Foto e currículo
Saúde
Secretário: Januario Montone
Rua General Jardim, 36, Vila Buarque
PABX: 3397-2000
E-mail: sms@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Segurança Urbana
Secretário: Edsom Ortega
Rua Augusta, 435, Consolação
PABX: 3124-5100
Foto e currículo
Serviços
Secretário: Dráusio Lúcio Barreto
Rua Breno Ferraz do Amaral, 415 - Ipiranga
PABX: 3397-5500
E-mail: sesgabinete@prefeitura.sp.gov.br
Transportes
Secretário: Marcelo Cardinale Branco
Rua Boa Vista, 236, Centro
PABX: 3396-6800
E-mail: smt@prefeitura.sp.gov.br
Verde e Meio Ambiente
Secretário: Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho
Rua do Paraíso, 387, Paraíso
Telefone: 3396-3000
E-mail: svma@prefeitura.sp.gov.br
Foto e currículo
Cohab
Presidente: Luiz Ricardo Pereita Leite
Currículo
Prodam
Presidente: João Octaviano Machado Neto
Foto e currículo
SPTuris
Presidente: Caio Luiz de Carvalho
Foto e currículo
sábado, 19 de fevereiro de 2011
ecoviver
Ecoviver
O Projeto Ecoviver visa multiplicar a conscientização do problema do acúmulo e da geração de lixo, mostrando como é possível contribuir para a redução dos resíduos e diminuindo seu impacto destrutivo no meio ambiente.
A educação ambiental desperta nas crianças a percepção em relação ao meio em que vivem, possibilitando a reflexão, a busca de novas soluções e um novo comportamento em relação ao que consomem, descartam e reutilizam. Tudo isso contribui para a formação de cidadãos mais conscientes, capazes de transformar a sociedade em que vivem.
O Projeto Ecoviver visa multiplicar a conscientização do problema do acúmulo e da geração de lixo, e como é possível contribuir para a redução dos resíduos, diminuindo seu impacto destrutivo no meio ambiente.
O Projeto Ecoviver divide-se em duas fases distintas, para ter maior abrangência nas comunidades:
Fase 1: Módulo Ecoviver - um caminhão itinerante, com oficinas de jogos interativos, para que os alunos comecem a ter interesse pelos problemas causados ao meio ambiente.
Fase 2: Ecoviver nas Escolas - auxilia a formação dos professores para que eles possam abordar sem dificuldades o problema do lixo no meio ambiente.
Estas são as cidades onde o Projeto Ecoviver atua:
No Estado de São Paulo:
• Cubatão
• Guarujá
• Santos
• São Vicente
• Diadema
• Praia Grande
• São Bernardo do Campo
No Estado do Paraná:
• Antonina
• Matinhos
• Morretes
• Paranaguá
• S José dos Pinhais
• Cascavel
• Foz do Iguasul
No Estado do Rio Grande do Sul:
• Pelotas
• Canguçu
• São Lourenço
• Rio Grande
O Projeto Ecoviver visa multiplicar a conscientização do problema do acúmulo e da geração de lixo, mostrando como é possível contribuir para a redução dos resíduos e diminuindo seu impacto destrutivo no meio ambiente.
A educação ambiental desperta nas crianças a percepção em relação ao meio em que vivem, possibilitando a reflexão, a busca de novas soluções e um novo comportamento em relação ao que consomem, descartam e reutilizam. Tudo isso contribui para a formação de cidadãos mais conscientes, capazes de transformar a sociedade em que vivem.
O Projeto Ecoviver visa multiplicar a conscientização do problema do acúmulo e da geração de lixo, e como é possível contribuir para a redução dos resíduos, diminuindo seu impacto destrutivo no meio ambiente.
O Projeto Ecoviver divide-se em duas fases distintas, para ter maior abrangência nas comunidades:
Fase 1: Módulo Ecoviver - um caminhão itinerante, com oficinas de jogos interativos, para que os alunos comecem a ter interesse pelos problemas causados ao meio ambiente.
Fase 2: Ecoviver nas Escolas - auxilia a formação dos professores para que eles possam abordar sem dificuldades o problema do lixo no meio ambiente.
Estas são as cidades onde o Projeto Ecoviver atua:
No Estado de São Paulo:
• Cubatão
• Guarujá
• Santos
• São Vicente
• Diadema
• Praia Grande
• São Bernardo do Campo
No Estado do Paraná:
• Antonina
• Matinhos
• Morretes
• Paranaguá
• S José dos Pinhais
• Cascavel
• Foz do Iguasul
No Estado do Rio Grande do Sul:
• Pelotas
• Canguçu
• São Lourenço
• Rio Grande
casa limpa
Casa Limpa
Projeto evita que população despeje resíduos na rodovia dos Imigrantes.
Preocupada em reduzir a quantidade de lixo despejada nas margens da rodovia dos Imigrantes, a Ecovias iniciou, em agosto de 2007, o Casa Limpa, um projeto que disponibiliza coletores de lixo em comunidades lindeiras e contempla também ações de sensibilização com as famílias que vivem próximas à rodovia. A ação é fruto de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Diadema, que visa regularizar a coleta de lixo, evitando que a população despeje resíduos na estrada.
Em cada uma das seis comunidades atendidas (Barão de Uruguaiana, Santa Isabel, Barbosinha, Mulfort, Arco Iris e Parque Reyde) foram eleitos monitores, responsáveis por incentivar a população a recolher o lixo e depositar em uma das lixeiras móveis instaladas nos bairros. Os participantes também têm o compromisso de encaminhar o resíduo para as lixeiras fixas, administradas pela prefeitura.
Como complemento, uma vez por mês é realizado o mutirão do lixo. Os moradores recolhem todo o lixo que não pode ser descartado nos pontos fixos e móveis, como sofás velhos e entulho, por exemplo, e depositam em um ponto específico, previamente determinado. Esse material é recolhido pela Ecovias, que também se encarrega de doar aos colaboradores o material necessário para que se faça o transporte do lixo.
Projeto evita que população despeje resíduos na rodovia dos Imigrantes.
Preocupada em reduzir a quantidade de lixo despejada nas margens da rodovia dos Imigrantes, a Ecovias iniciou, em agosto de 2007, o Casa Limpa, um projeto que disponibiliza coletores de lixo em comunidades lindeiras e contempla também ações de sensibilização com as famílias que vivem próximas à rodovia. A ação é fruto de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Diadema, que visa regularizar a coleta de lixo, evitando que a população despeje resíduos na estrada.
Em cada uma das seis comunidades atendidas (Barão de Uruguaiana, Santa Isabel, Barbosinha, Mulfort, Arco Iris e Parque Reyde) foram eleitos monitores, responsáveis por incentivar a população a recolher o lixo e depositar em uma das lixeiras móveis instaladas nos bairros. Os participantes também têm o compromisso de encaminhar o resíduo para as lixeiras fixas, administradas pela prefeitura.
Como complemento, uma vez por mês é realizado o mutirão do lixo. Os moradores recolhem todo o lixo que não pode ser descartado nos pontos fixos e móveis, como sofás velhos e entulho, por exemplo, e depositam em um ponto específico, previamente determinado. Esse material é recolhido pela Ecovias, que também se encarrega de doar aos colaboradores o material necessário para que se faça o transporte do lixo.
LIXO X Estradas de SP
José Maria Tomazela - O Estado de S.Paulo
No ano passado, foram recolhidas nos 22,9 mil quilômetros de rodovias paulistas 41,5 mil toneladas de lixo. O volume equivale à carga de 10 mil caminhões. É como se todo o lixo produzido por uma cidade do porte de Araraquara fosse espalhado pelas estradas.
Só nos 5,4 mil km de rodovias administradas por 18 concessionárias foram coletadas 17,8 mil toneladas. A maioria registrou aumento no volume. As estradas federais sob concessão produziram 6,1 mil toneladas. A malha administrada por empresas responde por 68% do tráfego .
Nas rodovias a cargo do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), prestadoras de serviço recolheram outras 17,6 mil toneladas. Entre todas as vias, as do Sistema Castelo Branco-Raposo Tavares, que liga São Paulo a Sorocaba, foram campeãs em produção de lixo, com 3.931 toneladas coletadas em 2010. Em segundo lugar, o Sistema Anhanguera-Bandeirantes (São Paulo-Campinas) produziu 3.100. O maior volume de lixo por quilômetro foi registrado em uma rodovia federal: na Fernão Dias, retiraram-se 2,6 mil toneladas em 95 km, média de 27 por km.
Embora nem todas as concessionárias tenham o custo discriminado, o gasto com a coleta e a destinação pode chegar a R$ 30 milhões anuais. O custo é bancado indiretamente pelo usuário, por meio de impostos e tarifas de pedágio. O problema do lixo na rodovia não se restringe à questão ambiental: o material disperso entope os sistemas de drenagem e eleva o risco de acidentes. Pontas de cigarro podem provocar queimadas.
Reciclagem. As concessionárias vêm investindo em campanhas e programas educativos. A Ecopistas adotou a coleta seletiva, com a instalação de coletores coloridos ao longo das vias - ao custo anual de R$ 371 mil - e mantém o projeto de educação Ecoviver em 18 cidades. A Ecovias, que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, também adotou coletores e realiza o Projeto Casa Limpa, em parceria com a prefeitura de Diadema - que transformou áreas de descarte em espaços de convivência. Já a Via Rondon, que recolheu até máquinas de lavar roupas abandonadas na pista, na altura de Bauru, iniciou uma campanha educativa nas cidades do Oeste paulista.
No ano passado, foram recolhidas nos 22,9 mil quilômetros de rodovias paulistas 41,5 mil toneladas de lixo. O volume equivale à carga de 10 mil caminhões. É como se todo o lixo produzido por uma cidade do porte de Araraquara fosse espalhado pelas estradas.
Só nos 5,4 mil km de rodovias administradas por 18 concessionárias foram coletadas 17,8 mil toneladas. A maioria registrou aumento no volume. As estradas federais sob concessão produziram 6,1 mil toneladas. A malha administrada por empresas responde por 68% do tráfego .
Nas rodovias a cargo do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), prestadoras de serviço recolheram outras 17,6 mil toneladas. Entre todas as vias, as do Sistema Castelo Branco-Raposo Tavares, que liga São Paulo a Sorocaba, foram campeãs em produção de lixo, com 3.931 toneladas coletadas em 2010. Em segundo lugar, o Sistema Anhanguera-Bandeirantes (São Paulo-Campinas) produziu 3.100. O maior volume de lixo por quilômetro foi registrado em uma rodovia federal: na Fernão Dias, retiraram-se 2,6 mil toneladas em 95 km, média de 27 por km.
Embora nem todas as concessionárias tenham o custo discriminado, o gasto com a coleta e a destinação pode chegar a R$ 30 milhões anuais. O custo é bancado indiretamente pelo usuário, por meio de impostos e tarifas de pedágio. O problema do lixo na rodovia não se restringe à questão ambiental: o material disperso entope os sistemas de drenagem e eleva o risco de acidentes. Pontas de cigarro podem provocar queimadas.
Reciclagem. As concessionárias vêm investindo em campanhas e programas educativos. A Ecopistas adotou a coleta seletiva, com a instalação de coletores coloridos ao longo das vias - ao custo anual de R$ 371 mil - e mantém o projeto de educação Ecoviver em 18 cidades. A Ecovias, que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, também adotou coletores e realiza o Projeto Casa Limpa, em parceria com a prefeitura de Diadema - que transformou áreas de descarte em espaços de convivência. Já a Via Rondon, que recolheu até máquinas de lavar roupas abandonadas na pista, na altura de Bauru, iniciou uma campanha educativa nas cidades do Oeste paulista.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
PANAMERICANO
PANAMERICANO
Códigos de Negociação: BPNM3; BPNM4 Mais Códigos
CNPJ: 059.285.411/0001-13
Atividade Principal: Banco Múltiplo Com Carteira Comercial
Classificação Setorial: Financeiro e Outros / Intermediários Financeiros / Bancos
Site: www.panamericano.com.br
Contatos
Sede
Endereço: Av Paulista 2240 - 13º Andar
CEP: 1310300 Cidade: Sao Paulo UF: SP
Telefone: (11) 3264 5273 - Fax: (11) 3264 5275
Diretor de Relações com Investidores
Nome: Celso Zanin
Endereço: Av Paulista 2240 - 13º Andar
CEP: 1310300 Cidade: Sao Paulo UF: SP
Telefone: (11) 3264 5273 - Fax: (11) 3264 5275
E-mail: celso.zanin@panamericano.com.br
Escriturador (Departamento de Acionistas)
Instituição: ITAU CORRETORA ACOES
Endereço: Rua Boa Vista 176 - 1.subsolo
CEP: 1013001 Cidade: São Paulo UF: SP
Telefone: (11) 5029 7780 - Fax: (11) 5029 3141
Códigos de Negociação: BPNM3; BPNM4 Mais Códigos
CNPJ: 059.285.411/0001-13
Atividade Principal: Banco Múltiplo Com Carteira Comercial
Classificação Setorial: Financeiro e Outros / Intermediários Financeiros / Bancos
Site: www.panamericano.com.br
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Endereço: Av Paulista 2240 - 13º Andar
CEP: 1310300 Cidade: Sao Paulo UF: SP
Telefone: (11) 3264 5273 - Fax: (11) 3264 5275
Diretor de Relações com Investidores
Nome: Celso Zanin
Endereço: Av Paulista 2240 - 13º Andar
CEP: 1310300 Cidade: Sao Paulo UF: SP
Telefone: (11) 3264 5273 - Fax: (11) 3264 5275
E-mail: celso.zanin@panamericano.com.br
Escriturador (Departamento de Acionistas)
Instituição: ITAU CORRETORA ACOES
Endereço: Rua Boa Vista 176 - 1.subsolo
CEP: 1013001 Cidade: São Paulo UF: SP
Telefone: (11) 5029 7780 - Fax: (11) 5029 3141
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
REVOLUÇÃO LIMPA
REVOLUÇÃO LIMPA
O escritor, fluente em inglês e francês, também cita o que vê como um despertar espontâneo de solidariedade e respeito.
"Dias atrás, joguei um papel no chão da praça. Uma senhora de 70 anos me parou e disse: essa revolução é por um país melhor, e isso supõe um país mais limpo. Por favor, recolha o papel e jogue-o no lixo", relata.
O escritor, fluente em inglês e francês, também cita o que vê como um despertar espontâneo de solidariedade e respeito.
"Dias atrás, joguei um papel no chão da praça. Uma senhora de 70 anos me parou e disse: essa revolução é por um país melhor, e isso supõe um país mais limpo. Por favor, recolha o papel e jogue-o no lixo", relata.
Playcenter
Grupo Mágico é o novo dono do Playcenter São Paulo
Mexicanos já operam casas de espetáculos como a Credicard Hall e a Direct TV Music Hall
06.06.2002 - 18:57
Redação
O Playcenter SA concluiu nesta quinta a venda do Playcenter São Paulo, parte do plano de reestruturação para estancar a sangria no caixa da holding - controlada pelo GP Investimentos - cuja dívida supera os R$ 110 milhões. O novo dono do parque é o grupo Mágico, uma subsidiária da Corporación Interamericana de Entretenimiento (CIE), companhia líder do setor de entretenimento na América Latina, com sede no México. O valor do negócio não foi revelado.
A CIE é dona de dez parques de diversão e zoológicos no mercado latino-americano. No Brasil, opera as casas de espetáculos Credicard Hall e Direct TV Music Hall, em São Paulo, e o ATL Hall, no Rio, além do Teatro Abril. Segundo comunicado da nova administração, o novo plano de negócios para o parque deve ficar pronto entre 90 e 120 dias. A marca, porém, será preservada.
Fundado em 1973, o Playcenter de São Paulo recebeu 1,7 milhão de visitantes no ano passado. Ao longo de seus 28 anos, recepcionou 50 milhões de pessoas. O parque de diversões reúne 25 atrações em uma área de 110.000 metros quadrados.
Com dívidas superiores a R$ 110 milhões, o Playcenter tem sido forçado a se desfazer de ativos. O aperto também levou o grupo a se dividir em março. Mas o sufoco não é de agora.
Desde 1999, o Playcenter - que já foi a maior no segmento de entretenimento da América Latina, com três parques de diversão, 25 centros de recreação em shoppings, rede de boliches e concessionárias de alimentos e bebidas no Brasil e Argentina - está afundada no vermelho.
A cisão na holding Playcenter teve início em março, quando cada unidade de negócio passou a responder por uma empresa independente: o parque Playcenter de São Paulo; o Hopi Hari, em Vinhedo, no qual o grupo tem 44,5% das ações, e, por fim, a Playland, com 21 parques instalados em shoppings.
O detalhe jurídico tinha objetivo claro. A agora independente Playland - que faturou R$ 26,7 milhões até setembro de 2001 - foi constituída com opção de venda para um dos credores, a Ades Investimentos e Participações. Ou seja: foi criada para ser entregue como parte das dívidas.
O Playcenter devia US$ 7,6 milhões à Ades e, se não pagasse as dívidas, teria 20% de seus bens penhorados. Além disso, o Playcenter de Recife - que respondia por 4,31% do faturamento - foi vendido para a empresa Mirabilândia. Mas nenhum centavo dos US$ 965.000 da transação foi parar nas contas do Playcenter. O parque será simplesmente trocado pela dívida que a holding tinha com a companhia do Nordeste.
Mexicanos já operam casas de espetáculos como a Credicard Hall e a Direct TV Music Hall
06.06.2002 - 18:57
Redação
O Playcenter SA concluiu nesta quinta a venda do Playcenter São Paulo, parte do plano de reestruturação para estancar a sangria no caixa da holding - controlada pelo GP Investimentos - cuja dívida supera os R$ 110 milhões. O novo dono do parque é o grupo Mágico, uma subsidiária da Corporación Interamericana de Entretenimiento (CIE), companhia líder do setor de entretenimento na América Latina, com sede no México. O valor do negócio não foi revelado.
A CIE é dona de dez parques de diversão e zoológicos no mercado latino-americano. No Brasil, opera as casas de espetáculos Credicard Hall e Direct TV Music Hall, em São Paulo, e o ATL Hall, no Rio, além do Teatro Abril. Segundo comunicado da nova administração, o novo plano de negócios para o parque deve ficar pronto entre 90 e 120 dias. A marca, porém, será preservada.
Fundado em 1973, o Playcenter de São Paulo recebeu 1,7 milhão de visitantes no ano passado. Ao longo de seus 28 anos, recepcionou 50 milhões de pessoas. O parque de diversões reúne 25 atrações em uma área de 110.000 metros quadrados.
Com dívidas superiores a R$ 110 milhões, o Playcenter tem sido forçado a se desfazer de ativos. O aperto também levou o grupo a se dividir em março. Mas o sufoco não é de agora.
Desde 1999, o Playcenter - que já foi a maior no segmento de entretenimento da América Latina, com três parques de diversão, 25 centros de recreação em shoppings, rede de boliches e concessionárias de alimentos e bebidas no Brasil e Argentina - está afundada no vermelho.
A cisão na holding Playcenter teve início em março, quando cada unidade de negócio passou a responder por uma empresa independente: o parque Playcenter de São Paulo; o Hopi Hari, em Vinhedo, no qual o grupo tem 44,5% das ações, e, por fim, a Playland, com 21 parques instalados em shoppings.
O detalhe jurídico tinha objetivo claro. A agora independente Playland - que faturou R$ 26,7 milhões até setembro de 2001 - foi constituída com opção de venda para um dos credores, a Ades Investimentos e Participações. Ou seja: foi criada para ser entregue como parte das dívidas.
O Playcenter devia US$ 7,6 milhões à Ades e, se não pagasse as dívidas, teria 20% de seus bens penhorados. Além disso, o Playcenter de Recife - que respondia por 4,31% do faturamento - foi vendido para a empresa Mirabilândia. Mas nenhum centavo dos US$ 965.000 da transação foi parar nas contas do Playcenter. O parque será simplesmente trocado pela dívida que a holding tinha com a companhia do Nordeste.
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