Funcionários param coleta temendo cortes
Publicado em 11/03/2011 | ELOÁ CRUZ, ESPECIAL PARA A GAZETA DO POVO
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Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com oFuncionários param coleta temendo cortes
Publicado em 11/03/2011 | ELOÁ CRUZ, ESPECIAL PARA A GAZETA DO POVO
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Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco), os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.
A prefeitura de Curitiba informou, em nota, que notificou a Cavo, que tem 48 horas para regularizar os serviços de coleta domiciliar de lixo sob pena de multa diária de R$ 15 mil, já que o indicativo de greve não foi repassado com 72 horas de antecedência, conforme prevê a Constituição Federal.
Saiba mais
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Além da possível demissão em massa, negada pela empresa, os funcionários reivindicam 20% de aumento salarial, 50% de aumento nos vales alimentação e refeição e a contratação de mais coletores de lixo por caminhão. A categoria também luta por melhorias nos equipamentos de segurança, redução da jornada de trabalho e manutenção dos direitos já adquiridos.
Na manhã de ontem, os coletores e varredores da Cavo protestaram em frente à sede da empresa e impediram trabalhadores de fazer a coleta de lixo na cidade. O trânsito na Avenida Getúlio Vargas ficou bloqueado pelos manifestantes por seis horas.
Em nota, a Cavo Serviços e Saneamento S.A. disse que em nenhum momento os funcionários foram ameaçados e os direitos legais dos colaboradores vão permanecer inalterados. Com relação à venda da Cavo para a Estre, a empresa informou que a operação não altera a rotina e o atendimento à coleta e ao destino final de resíduos da cidade. O Siemaco deve reunir os trabalhadores em uma assembleia às 7 horas de hoje para decidir se a categoria continua em greve ou retorna ao trabalho. os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.
A prefeitura de Curitiba informou, em nota, que notificou a Cavo, que tem 48 horas para regularizar os serviços de coleta domiciliar de lixo sob pena de multa diária de R$ 15 mil, já que o indicativo de greve não foi repassado com 72 horas de antecedência, conforme prevê a Constituição Federal.
Saiba mais
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Além da possível demissão em massa, negada pela empresa, os funcionários reivindicam 20% de aumento salarial, 50% de aumento nos vales alimentação e refeição e a contratação de mais coletores de lixo por caminhão. A categoria também luta por melhorias nos equipamentos de segurança, redução da jornada de trabalho e manutenção dos direitos já adquiridos.
Na manhã de ontem, os coletores e varredores da Cavo protestaram em frente à sede da empresa e impediram trabalhadores de fazer a coleta de lixo na cidade. O trânsito na Avenida Getúlio Vargas ficou bloqueado pelos manifestantes por seis horas.
Em nota, a Cavo Serviços e Saneamento S.A. disse que em nenhum momento os funcionários foram ameaçados e os direitos legais dos colaboradores vão permanecer inalterados. Com relação à venda da Cavo para a Estre, a empresa informou que a operação não altera a rotina e o atendimento à coleta e ao destino final de resíduos da cidade. O Siemaco deve reunir os trabalhadores em uma assembleia às 7 horas de hoje para decidir se a categoria continua em greve ou retorna ao trabalho.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Santa Casa
ADMINISTRAÇÃO - I.S.C.M.S.P.
PROVEDORIA
Dr. Kalil Rocha Abdalla
Provedor
Dr. José Hélio Musitano Pirágine
Escrivão
Sr. Hercílio Ramos
Tesoureiro
Dr. Kalil Rocha Abdalla
Procurador Jurídico
Eng. José Cândido de Freitas Júnior
Mordomo do Patrimônio Imobiliário
Dr. Milton Fernandes
Mordomo da Administração Imobiliária
Dr. João Clímaco Penna Trindade
Mordomo dos Hospitais
Eng. Augusto Carlos Ferreira Veloso
Mordomo do Museu & Capela
Dra. Helena Piva
Procuradoria Jurídica Cível
Dra. Maria do Socorro Alves Ferreira
Procuradoria Jurídica trabalhista
HOSPITAIS DA ISCMSP
HOSPITAL SÃO LUIZ GONZAGA
Dr. Norberto Kodi Kavabata
Diretor Técnico
Sr. Reberson Pierro
Coordenador Administrativo
HOSPITAL GERIÁTRICO E DE CONVALESCENTES DOM PEDRO II
Dra. Sueli Luciano Pires
Diretora Técnica
Dr.José Antonio Guerra Filho
Diretor Administrativo
CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRADA À SAÚDE MENTAL
Dr. Sérgio Tamai
Diretor Técnico
Sr. Vilmar Toledo Pirágine
Diretor Administrativo
HOSPITAL SANTA ISABEL
Dr. Carlos Adalberto Ferreira Pinto
Diretor
CENTRO DE SAÚDE ESCOLA BARRA FUNDA "DR. ALEXANDRE VRANJAC"
Dr. Nivaldo Carneiro Junior
Diretor Técnico
HOSPITAL GERAL DE GUARULHOS "PROF. DR. WALDEMAR DE CARVALHO PINTO FILHO"
Dra. Agnes M. Farias Ferrari
Diretor Técnico
Sr. Munir Aziz Saud
Diretor Administrativo
POLICLÍNICA MARIA DIRCE
Dra. Miriam Horta
Gerente Técnico
Sra. Alessandra Mieko Igarashi
Chefe Administrativa
POLICLÍNICA SÃO JOÃO
Dra. Maria Carolina de T. S. Moreno
Gerente de Apoio Médico
Dr. Paulo Fernando Silveira
Coordenador Administrativo
POLICLÍNICA PARAÍSO
Dra. Graciane Dias Figueiredo Mechenas
Gerente de Apoio Médico
Sr. Caio Roque Finco Leal
Chefe Administrativo
AMBULATÓRIO MÉDICO DE ESPECIALIDADES DR. GERALDO BOURROUL
Dra. Maria Dulce G. L. Cardenuto
Diretora Técnica
Sra. Marília Vanzo de Holanda
Administradora
HOSPITAL ESTADUAL DE FRANCISCO MORATO "DR. CARLOS DA SILVA LACAZ"
Dr. José Alberto Salinas
Diretor Técnico
Sr. Mário Ciparullo
Diretor Administrativo
VOLUNTÁRIAS
Sra. Henrica Mesquita
MICRORREGIÃO JAÇANÃ / TREMEMBÉ
Sr. Vagner Serafim de Deus
Gerente Administrativo
Sra. Silvana Maria Scagliusi
Gerente de Enfermagem
PRONTOS SOCORROS MUNICIPAS - ADMINISTRAÇÃO
Dr. Paulo de Araújo Prado
Coordenador Médico
Sr. Rogério Borin
Gerente Administrativo
Sra. Érika Ferreira da Silva
Gerente de Enfermagem
PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - DR. ÁLVARO DINO DE ALMEIDA - BARRA FUNDA
Dra. Welma Maria Mohallem
Diretora Técnica
Dra. Andréa Vicentini
Diretora Clínica
PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - DR. LAURO RIBAS BRAGA - SANTANA
Dr. Rafael Melillo Laurindo Neto
Diretor Técnico
Dr. Jorge Yamaya
Diretor Clínico
Dr. Eduardo Rodrigues Simão
Gerente de Apoio Médico
PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - 21 DE JUNHO - FREGUESIA DO Ó
Dr. Marcelo Augusto Penteado Ribeiro
Diretor Técnico
Dra. Antonieta Regina Calaça Guido
Diretora Clínica
CENTRO HOSPITALAR DO SISTEMA PENITENCIÁRIO
Dr. Laércio Martins
Diretor Técnico
Sr. José D'Elia Filho
Diretor Administrativo
SUPERINTENDÊNCIA
Dr. Antonio Carlos Forte
Superintendente
GABINETE DA SUPERINTENDÊNCIA
Dr. Edison Ferreira da Silva
Chefe do Gabinete da Superintendência
DIRETORIAS
DIRETORIA CLÍNICA
Prof. Dr. Valdir Golin
Diretor Clínico
DIRETORIA FINANCEIRA
Sr. Paulino de Almeida Carvalho
Diretor
DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS
Dr. José da Silva Passos
Diretor
DIRETORIA TÉCNICA
Prof. Dr. Raimundo Raffaelli Filho
Diretor
DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Sr. Gilberto Rocha Ribeiro Júnior
Diretor
DIRETORIA DE QUALIDADE E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL
Sr. Fernando Rinaldo
Diretor
DIRETORIA DE ATENDIMENTO
Drª. Hiroko Saito
Diretora
DIRETORIA DE ENFERMAGEM
Srª. Magali de Oliveira P. Souza
Diretora
DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES
Eng. Manoel Francisco Lopes da Silva
Diretor
DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Srª. Elaine Garcia Fernandes
Diretora
UNIDADE DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE (U.E.P.)
Prof. Ben-Hesed dos Santos
Diretor
Sra. Vânia Munhoz Ximenes
Administradora
GERÊNCIAS
GERÊNCIA DE RISCO
Drª. Hilda de Souza Neves Salinas
Gerente de Risco
GERÊNCIA DO SESMT
Dr. João Alfredo Guimarães Neto
Gerente do SESMT
UNIDADES ESTRATÉGICAS DE SERVIÇO
U.E.S. NUTRIÇÃO E DIETÉTICA
Srª. Ana Lúcia Torloni Gradinar
Administradora
U.E.S. ANATOMIA PATOLÓGICA
Prof.Dr. Dino Martini Filho
Diretor
Drª. Eliza Nobuco Toda
Gestora
U.E.S. ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA E REABILITAÇÃO
Prof.Dr. Osmar Avanzi
Diretor da Ortopedia e Traumatologia
Prof.Dr.Claudio Gomes
Diretor da Reabilitação
Srª. Gizelda Márcia F. Almeida
Gestora
U.E.S. EMERGÊNCIA
Prof.Dr. José César Assef
Diretor
Srª. Maria Aparecida Matos
Administradora
U.E.S. OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA
Prof.Dr.Tsutomu Aoki
Diretor
Srª. Maria José Pedro Placeres
Administradora
U.E.S. MEDICINA E CIRURGIA
Prof.Dr. Carlos Alberto Malheiros
Diretor do Departamento de Cirurgia
Prof.Dr. Carlos Alberto Conceição Lima
Diretor do Departamento de Medicina
Enfª. Marta Bellazzi
Gestora
U.E.S. HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA
Prof.Dr.Carlos Sérgio Chiattone
Diretor
Srª. Mauro Cesar de Andrade
Gestor
U.E.S. CENTRO CIRÚRGICO E ANESTESIOLOGIA
Prof.Dr. Carlos Alberto Malheiros
Diretor do Centro Cirúrgico
Profª.Drª Lígia Andrade Silva Telles Mathias
Diretora do Departamento de Anestesiologia
Enfª. Solange Marsura
Gestora
U.E.S. PEDIATRIA
Profª.Drª Maria Lúcia Bastos Passarelli
Diretora
Enfª. Sonia Godoy
Administradora
U.E.S. PATOLOGIA CLÍNICA
Prof. Dr. Stanley Nigro
Diretor da Patologia Clínica
U.E.S. U.T.I.
Sr. Valdemir Teixeira
Gestor da UTI
Prof.Dr. Elzo Peixoto
Diretor da UTI
U.E.S. DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Prof.Dr. Décio Roveda Júnior
Diretor
Srª. Verônica Ramos dos Santos
Gestora
U.E.S. BANCO DE TECIDOS
Prof.Dr. Emerson Honda
Diretor do Banco de Tecidos
Prof.Dr. Reginaldo Carlos Boni
Diretor da SCOT
Srª. Eva Mackus
Administradora
U.E.S. CONDE DE LARA
Dr. Lutaif Dolci
Diretora do Departamento de Oftalmologia
Prof.Dr. Seiji Nakakubo
Diretor do Departamento de Serviço de Endoscopia
Prof.Dr. José Eduardo Lutif Dolci
Diretor do Departamento de Otorrinolaringologia
Profª.Draª Rosana Lazzarini
Diretora do Departamento de Dermatologia
PROVEDORIA
Dr. Kalil Rocha Abdalla
Provedor
Dr. José Hélio Musitano Pirágine
Escrivão
Sr. Hercílio Ramos
Tesoureiro
Dr. Kalil Rocha Abdalla
Procurador Jurídico
Eng. José Cândido de Freitas Júnior
Mordomo do Patrimônio Imobiliário
Dr. Milton Fernandes
Mordomo da Administração Imobiliária
Dr. João Clímaco Penna Trindade
Mordomo dos Hospitais
Eng. Augusto Carlos Ferreira Veloso
Mordomo do Museu & Capela
Dra. Helena Piva
Procuradoria Jurídica Cível
Dra. Maria do Socorro Alves Ferreira
Procuradoria Jurídica trabalhista
HOSPITAIS DA ISCMSP
HOSPITAL SÃO LUIZ GONZAGA
Dr. Norberto Kodi Kavabata
Diretor Técnico
Sr. Reberson Pierro
Coordenador Administrativo
HOSPITAL GERIÁTRICO E DE CONVALESCENTES DOM PEDRO II
Dra. Sueli Luciano Pires
Diretora Técnica
Dr.José Antonio Guerra Filho
Diretor Administrativo
CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRADA À SAÚDE MENTAL
Dr. Sérgio Tamai
Diretor Técnico
Sr. Vilmar Toledo Pirágine
Diretor Administrativo
HOSPITAL SANTA ISABEL
Dr. Carlos Adalberto Ferreira Pinto
Diretor
CENTRO DE SAÚDE ESCOLA BARRA FUNDA "DR. ALEXANDRE VRANJAC"
Dr. Nivaldo Carneiro Junior
Diretor Técnico
HOSPITAL GERAL DE GUARULHOS "PROF. DR. WALDEMAR DE CARVALHO PINTO FILHO"
Dra. Agnes M. Farias Ferrari
Diretor Técnico
Sr. Munir Aziz Saud
Diretor Administrativo
POLICLÍNICA MARIA DIRCE
Dra. Miriam Horta
Gerente Técnico
Sra. Alessandra Mieko Igarashi
Chefe Administrativa
POLICLÍNICA SÃO JOÃO
Dra. Maria Carolina de T. S. Moreno
Gerente de Apoio Médico
Dr. Paulo Fernando Silveira
Coordenador Administrativo
POLICLÍNICA PARAÍSO
Dra. Graciane Dias Figueiredo Mechenas
Gerente de Apoio Médico
Sr. Caio Roque Finco Leal
Chefe Administrativo
AMBULATÓRIO MÉDICO DE ESPECIALIDADES DR. GERALDO BOURROUL
Dra. Maria Dulce G. L. Cardenuto
Diretora Técnica
Sra. Marília Vanzo de Holanda
Administradora
HOSPITAL ESTADUAL DE FRANCISCO MORATO "DR. CARLOS DA SILVA LACAZ"
Dr. José Alberto Salinas
Diretor Técnico
Sr. Mário Ciparullo
Diretor Administrativo
VOLUNTÁRIAS
Sra. Henrica Mesquita
MICRORREGIÃO JAÇANÃ / TREMEMBÉ
Sr. Vagner Serafim de Deus
Gerente Administrativo
Sra. Silvana Maria Scagliusi
Gerente de Enfermagem
PRONTOS SOCORROS MUNICIPAS - ADMINISTRAÇÃO
Dr. Paulo de Araújo Prado
Coordenador Médico
Sr. Rogério Borin
Gerente Administrativo
Sra. Érika Ferreira da Silva
Gerente de Enfermagem
PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - DR. ÁLVARO DINO DE ALMEIDA - BARRA FUNDA
Dra. Welma Maria Mohallem
Diretora Técnica
Dra. Andréa Vicentini
Diretora Clínica
PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - DR. LAURO RIBAS BRAGA - SANTANA
Dr. Rafael Melillo Laurindo Neto
Diretor Técnico
Dr. Jorge Yamaya
Diretor Clínico
Dr. Eduardo Rodrigues Simão
Gerente de Apoio Médico
PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - 21 DE JUNHO - FREGUESIA DO Ó
Dr. Marcelo Augusto Penteado Ribeiro
Diretor Técnico
Dra. Antonieta Regina Calaça Guido
Diretora Clínica
CENTRO HOSPITALAR DO SISTEMA PENITENCIÁRIO
Dr. Laércio Martins
Diretor Técnico
Sr. José D'Elia Filho
Diretor Administrativo
SUPERINTENDÊNCIA
Dr. Antonio Carlos Forte
Superintendente
GABINETE DA SUPERINTENDÊNCIA
Dr. Edison Ferreira da Silva
Chefe do Gabinete da Superintendência
DIRETORIAS
DIRETORIA CLÍNICA
Prof. Dr. Valdir Golin
Diretor Clínico
DIRETORIA FINANCEIRA
Sr. Paulino de Almeida Carvalho
Diretor
DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS
Dr. José da Silva Passos
Diretor
DIRETORIA TÉCNICA
Prof. Dr. Raimundo Raffaelli Filho
Diretor
DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Sr. Gilberto Rocha Ribeiro Júnior
Diretor
DIRETORIA DE QUALIDADE E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL
Sr. Fernando Rinaldo
Diretor
DIRETORIA DE ATENDIMENTO
Drª. Hiroko Saito
Diretora
DIRETORIA DE ENFERMAGEM
Srª. Magali de Oliveira P. Souza
Diretora
DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES
Eng. Manoel Francisco Lopes da Silva
Diretor
DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Srª. Elaine Garcia Fernandes
Diretora
UNIDADE DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE (U.E.P.)
Prof. Ben-Hesed dos Santos
Diretor
Sra. Vânia Munhoz Ximenes
Administradora
GERÊNCIAS
GERÊNCIA DE RISCO
Drª. Hilda de Souza Neves Salinas
Gerente de Risco
GERÊNCIA DO SESMT
Dr. João Alfredo Guimarães Neto
Gerente do SESMT
UNIDADES ESTRATÉGICAS DE SERVIÇO
U.E.S. NUTRIÇÃO E DIETÉTICA
Srª. Ana Lúcia Torloni Gradinar
Administradora
U.E.S. ANATOMIA PATOLÓGICA
Prof.Dr. Dino Martini Filho
Diretor
Drª. Eliza Nobuco Toda
Gestora
U.E.S. ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA E REABILITAÇÃO
Prof.Dr. Osmar Avanzi
Diretor da Ortopedia e Traumatologia
Prof.Dr.Claudio Gomes
Diretor da Reabilitação
Srª. Gizelda Márcia F. Almeida
Gestora
U.E.S. EMERGÊNCIA
Prof.Dr. José César Assef
Diretor
Srª. Maria Aparecida Matos
Administradora
U.E.S. OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA
Prof.Dr.Tsutomu Aoki
Diretor
Srª. Maria José Pedro Placeres
Administradora
U.E.S. MEDICINA E CIRURGIA
Prof.Dr. Carlos Alberto Malheiros
Diretor do Departamento de Cirurgia
Prof.Dr. Carlos Alberto Conceição Lima
Diretor do Departamento de Medicina
Enfª. Marta Bellazzi
Gestora
U.E.S. HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA
Prof.Dr.Carlos Sérgio Chiattone
Diretor
Srª. Mauro Cesar de Andrade
Gestor
U.E.S. CENTRO CIRÚRGICO E ANESTESIOLOGIA
Prof.Dr. Carlos Alberto Malheiros
Diretor do Centro Cirúrgico
Profª.Drª Lígia Andrade Silva Telles Mathias
Diretora do Departamento de Anestesiologia
Enfª. Solange Marsura
Gestora
U.E.S. PEDIATRIA
Profª.Drª Maria Lúcia Bastos Passarelli
Diretora
Enfª. Sonia Godoy
Administradora
U.E.S. PATOLOGIA CLÍNICA
Prof. Dr. Stanley Nigro
Diretor da Patologia Clínica
U.E.S. U.T.I.
Sr. Valdemir Teixeira
Gestor da UTI
Prof.Dr. Elzo Peixoto
Diretor da UTI
U.E.S. DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Prof.Dr. Décio Roveda Júnior
Diretor
Srª. Verônica Ramos dos Santos
Gestora
U.E.S. BANCO DE TECIDOS
Prof.Dr. Emerson Honda
Diretor do Banco de Tecidos
Prof.Dr. Reginaldo Carlos Boni
Diretor da SCOT
Srª. Eva Mackus
Administradora
U.E.S. CONDE DE LARA
Dr. Lutaif Dolci
Diretora do Departamento de Oftalmologia
Prof.Dr. Seiji Nakakubo
Diretor do Departamento de Serviço de Endoscopia
Prof.Dr. José Eduardo Lutif Dolci
Diretor do Departamento de Otorrinolaringologia
Profª.Draª Rosana Lazzarini
Diretora do Departamento de Dermatologia
Casa do zezinho
DADOS DA INSTITUIÇÃO
CNPJ
74.566.035/0001-29
CMDCA
599/96
COMAS
UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL
Decreto Lei nº 36.596/96 de 28 de novembro de 1996
UTILIDADE PÚBLICA FEDERAL
Processo nº 22.353/96-33 - Decreto Lei de 17 de ag
CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO CNAS
Processo nº 44006.003799/97-07 - Resolução nº 34 d
CNPJ
74.566.035/0001-29
CMDCA
599/96
COMAS
UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL
Decreto Lei nº 36.596/96 de 28 de novembro de 1996
UTILIDADE PÚBLICA FEDERAL
Processo nº 22.353/96-33 - Decreto Lei de 17 de ag
CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO CNAS
Processo nº 44006.003799/97-07 - Resolução nº 34 d
Estre Ambiental
Economia
Segunda-feira, 21/03/2011
Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo
Funcionários da Cavo foram à sede da empresa para pedir aumento e mais informações sobre o futuro de seus empregos
NEGÓCIOS
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Estre, que já tinha o aterro de Fazenda Rio Grande, pagou R$ 610 milhões; aquisição provocou protestos de funcionários
Publicado em 11/03/2011 | CRISTINA RIOS
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Depois de uma negociação que durou apenas dez dias, a paulistaEconomia
Segunda-feira, 21/03/2011
Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo
Funcionários da Cavo foram à sede da empresa para pedir aumento e mais informações sobre o futuro de seus empregos
NEGÓCIOS
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Estre, que já tinha o aterro de Fazenda Rio Grande, pagou R$ 610 milhões; aquisição provocou protestos de funcionários
Publicado em 11/03/2011 | CRISTINA RIOS
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Depois de uma negociação que durou apenas dez dias, a paulista Estre Ambiental comprou, por R$ 610 milhões, a Cavo Serviços de Saneamento, responsável pela coleta de lixo de Curitiba. O negócio dá à Estre a posição de maior gerenciadora de lixo do país, com faturamento de R$ 1,2 bilhão por ano e posição dominante no mercado da capital paranaense, que coleta cerca de 40 mil toneladas por mês de lixo.
A venda, que envolveu 100% do capital da Cavo, ocorreu em meio ao imbróglio envolvendo a licitação do lixo de Curitiba. O contrato com a Cavo, que já recebeu 22 aditivos, vence em meados de abril e a licitação que definirá a operadora que vai cuidar da limpeza urbana está paralisada desde que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná suspendeu a abertura dos envelopes das concorrentes, há um mês. A Cavo disputa o contrato – avaliado em R$ 645,5 milhões em cinco anos – com a Revita Engenharia (da Camargo Corrêa e Solví) e Vital Engenharia Ambiental (do Grupo Queiroz Galvão).
A venda para a Estre provocou protestos dos trabalhadores da Cavo. Com o receio de demissões em massa, os cerca de 2,3 mil funcionários da empresa suspenderam a coleta do lixo na capital ontem. Em período de negociação da data-base da categoria, os empregados também protestaram contra a falta de diálogo sobre as propostas de reajuste salarial. Uma nova reunião de funcionários está marcada para hoje, na sede da empresa, no início da manhã.
Funcionários param coleta temendo cortes
Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco), os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.
Leia a matéria completa
O presidente da Cavo, João Carlos David, afirmou ontem que a empresa descarta demissões em massa por conta da aquisição pela Estre. “Se não ganharmos a licitação [do lixo de Curitiba], é claro, teremos de demitir, mas vamos cumprir todos os compromissos e indenizações”, disse. Procurada, a Estre não concedeu entrevista.
Aterros
O negócio com a Cavo amplia a área de atuação e concede ganhos de escala à empresa paulista, que já era uma das maiores do setor no país. Especializada na destinação final de resíduos, a Estre tem atualmente 12 aterros sanitários, dentre eles um localizado em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. Com faturamento estimado em R$ 630 milhões, controla várias empresas e tem mais da metade dos seus negócios gerados pelo setor privado.
De acordo com David, o foco da Estre é crescer fortemente também por meio de aquisições. O mercado de coleta e tratamento de lixo vem crescendo a taxas superiores às do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, tendência que deve se manter nos próximos anos. Entre seus concorrentes estão Haztec, Foz Brasil/Odebrecht e Queiroz Galvão.
Fundada por engenheiros ingleses e prestes a completar 90 anos, a Cavo pertencia ao grupo Camargo Corrêa, que adquiriu a empresa no fim da década de 1950. Com faturamento de R$ 500 milhões, a empresa tem operações em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, e emprega 3,3 mil pessoas. Dessas, 2,3 mil trabalham em Curitiba. Segundo David, o dinheiro da venda foi pago à vista e financiado pela Estre junto a um fundo de investimentos do banco BTG Pactual, responsável pela estruturação da operação.
De acordo com o presidente da Cavo, a venda envolve também a participação da Cavo em outras empresas, como os 50% que detém na Essencis, que trata resíduos industriais; os 37,6% na Loga, que atua na coleta de lixo em parte da cidade de São Paulo; e os 54% na UTR, que opera com resíduos hospitalares. comprou, por R$ 610 milhões, a Cavo Serviços de Saneamento, responsável pela coleta de lixo de Curitiba. O negócio dá à Estre a posição de maior gerenciadora de lixo do país, com faturamento de R$ 1,2 bilhão por ano e posição dominante no mercado da capital paranaense, que coleta cerca de 40 mil toneladas por mês de lixo.
A venda, que envolveu 100% do capital da Cavo, ocorreu em meio ao imbróglio envolvendo a licitação do lixo de Curitiba. O contrato com a Cavo, que já recebeu 22 aditivos, vence em meados de abril e a licitação que definirá a operadora que vai cuidar da limpeza urbana está paralisada desde que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná suspendeu a abertura dos envelopes das concorrentes, há um mês. A Cavo disputa o contrato – avaliado em R$ 645,5 milhões em cinco anos – com a Revita Engenharia (da Camargo Corrêa e Solví) e Vital Engenharia Ambiental (do Grupo Queiroz Galvão).
A venda para a Estre provocou protestos dos trabalhadores da Cavo. Com o receio de demissões em massa, os cerca de 2,3 mil funcionários da empresa suspenderam a coleta do lixo na capital ontem. Em período de negociação da data-base da categoria, os empregados também protestaram contra a falta de diálogo sobre as propostas de reajuste salarial. Uma nova reunião de funcionários está marcada para hoje, na sede da empresa, no início da manhã.
Funcionários param coleta temendo cortes
Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco), os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.
Leia a matéria completa
O presidente da Cavo, João Carlos David, afirmou ontem que a empresa descarta demissões em massa por conta da aquisição pela Estre. “Se não ganharmos a licitação [do lixo de Curitiba], é claro, teremos de demitir, mas vamos cumprir todos os compromissos e indenizações”, disse. Procurada, a Estre não concedeu entrevista.
Aterros
O negócio com a Cavo amplia a área de atuação e concede ganhos de escala à empresa paulista, que já era uma das maiores do setor no país. Especializada na destinação final de resíduos, a Estre tem atualmente 12 aterros sanitários, dentre eles um localizado em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. Com faturamento estimado em R$ 630 milhões, controla várias empresas e tem mais da metade dos seus negócios gerados pelo setor privado.
De acordo com David, o foco da Estre é crescer fortemente também por meio de aquisições. O mercado de coleta e tratamento de lixo vem crescendo a taxas superiores às do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, tendência que deve se manter nos próximos anos. Entre seus concorrentes estão Haztec, Foz Brasil/Odebrecht e Queiroz Galvão.
Fundada por engenheiros ingleses e prestes a completar 90 anos, a Cavo pertencia ao grupo Camargo Corrêa, que adquiriu a empresa no fim da década de 1950. Com faturamento de R$ 500 milhões, a empresa tem operações em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, e emprega 3,3 mil pessoas. Dessas, 2,3 mil trabalham em Curitiba. Segundo David, o dinheiro da venda foi pago à vista e financiado pela Estre junto a um fundo de investimentos do banco BTG Pactual, responsável pela estruturação da operação.
De acordo com o presidente da Cavo, a venda envolve também a participação da Cavo em outras empresas, como os 50% que detém na Essencis, que trata resíduos industriais; os 37,6% na Loga, que atua na coleta de lixo em parte da cidade de São Paulo; e os 54% na UTR, que opera com resíduos hospitalares.
Segunda-feira, 21/03/2011
Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo
Funcionários da Cavo foram à sede da empresa para pedir aumento e mais informações sobre o futuro de seus empregos
NEGÓCIOS
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Estre, que já tinha o aterro de Fazenda Rio Grande, pagou R$ 610 milhões; aquisição provocou protestos de funcionários
Publicado em 11/03/2011 | CRISTINA RIOS
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Depois de uma negociação que durou apenas dez dias, a paulistaEconomia
Segunda-feira, 21/03/2011
Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo
Funcionários da Cavo foram à sede da empresa para pedir aumento e mais informações sobre o futuro de seus empregos
NEGÓCIOS
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Estre, que já tinha o aterro de Fazenda Rio Grande, pagou R$ 610 milhões; aquisição provocou protestos de funcionários
Publicado em 11/03/2011 | CRISTINA RIOS
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Depois de uma negociação que durou apenas dez dias, a paulista Estre Ambiental comprou, por R$ 610 milhões, a Cavo Serviços de Saneamento, responsável pela coleta de lixo de Curitiba. O negócio dá à Estre a posição de maior gerenciadora de lixo do país, com faturamento de R$ 1,2 bilhão por ano e posição dominante no mercado da capital paranaense, que coleta cerca de 40 mil toneladas por mês de lixo.
A venda, que envolveu 100% do capital da Cavo, ocorreu em meio ao imbróglio envolvendo a licitação do lixo de Curitiba. O contrato com a Cavo, que já recebeu 22 aditivos, vence em meados de abril e a licitação que definirá a operadora que vai cuidar da limpeza urbana está paralisada desde que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná suspendeu a abertura dos envelopes das concorrentes, há um mês. A Cavo disputa o contrato – avaliado em R$ 645,5 milhões em cinco anos – com a Revita Engenharia (da Camargo Corrêa e Solví) e Vital Engenharia Ambiental (do Grupo Queiroz Galvão).
A venda para a Estre provocou protestos dos trabalhadores da Cavo. Com o receio de demissões em massa, os cerca de 2,3 mil funcionários da empresa suspenderam a coleta do lixo na capital ontem. Em período de negociação da data-base da categoria, os empregados também protestaram contra a falta de diálogo sobre as propostas de reajuste salarial. Uma nova reunião de funcionários está marcada para hoje, na sede da empresa, no início da manhã.
Funcionários param coleta temendo cortes
Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco), os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.
Leia a matéria completa
O presidente da Cavo, João Carlos David, afirmou ontem que a empresa descarta demissões em massa por conta da aquisição pela Estre. “Se não ganharmos a licitação [do lixo de Curitiba], é claro, teremos de demitir, mas vamos cumprir todos os compromissos e indenizações”, disse. Procurada, a Estre não concedeu entrevista.
Aterros
O negócio com a Cavo amplia a área de atuação e concede ganhos de escala à empresa paulista, que já era uma das maiores do setor no país. Especializada na destinação final de resíduos, a Estre tem atualmente 12 aterros sanitários, dentre eles um localizado em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. Com faturamento estimado em R$ 630 milhões, controla várias empresas e tem mais da metade dos seus negócios gerados pelo setor privado.
De acordo com David, o foco da Estre é crescer fortemente também por meio de aquisições. O mercado de coleta e tratamento de lixo vem crescendo a taxas superiores às do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, tendência que deve se manter nos próximos anos. Entre seus concorrentes estão Haztec, Foz Brasil/Odebrecht e Queiroz Galvão.
Fundada por engenheiros ingleses e prestes a completar 90 anos, a Cavo pertencia ao grupo Camargo Corrêa, que adquiriu a empresa no fim da década de 1950. Com faturamento de R$ 500 milhões, a empresa tem operações em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, e emprega 3,3 mil pessoas. Dessas, 2,3 mil trabalham em Curitiba. Segundo David, o dinheiro da venda foi pago à vista e financiado pela Estre junto a um fundo de investimentos do banco BTG Pactual, responsável pela estruturação da operação.
De acordo com o presidente da Cavo, a venda envolve também a participação da Cavo em outras empresas, como os 50% que detém na Essencis, que trata resíduos industriais; os 37,6% na Loga, que atua na coleta de lixo em parte da cidade de São Paulo; e os 54% na UTR, que opera com resíduos hospitalares. comprou, por R$ 610 milhões, a Cavo Serviços de Saneamento, responsável pela coleta de lixo de Curitiba. O negócio dá à Estre a posição de maior gerenciadora de lixo do país, com faturamento de R$ 1,2 bilhão por ano e posição dominante no mercado da capital paranaense, que coleta cerca de 40 mil toneladas por mês de lixo.
A venda, que envolveu 100% do capital da Cavo, ocorreu em meio ao imbróglio envolvendo a licitação do lixo de Curitiba. O contrato com a Cavo, que já recebeu 22 aditivos, vence em meados de abril e a licitação que definirá a operadora que vai cuidar da limpeza urbana está paralisada desde que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná suspendeu a abertura dos envelopes das concorrentes, há um mês. A Cavo disputa o contrato – avaliado em R$ 645,5 milhões em cinco anos – com a Revita Engenharia (da Camargo Corrêa e Solví) e Vital Engenharia Ambiental (do Grupo Queiroz Galvão).
A venda para a Estre provocou protestos dos trabalhadores da Cavo. Com o receio de demissões em massa, os cerca de 2,3 mil funcionários da empresa suspenderam a coleta do lixo na capital ontem. Em período de negociação da data-base da categoria, os empregados também protestaram contra a falta de diálogo sobre as propostas de reajuste salarial. Uma nova reunião de funcionários está marcada para hoje, na sede da empresa, no início da manhã.
Funcionários param coleta temendo cortes
Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco), os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.
Leia a matéria completa
O presidente da Cavo, João Carlos David, afirmou ontem que a empresa descarta demissões em massa por conta da aquisição pela Estre. “Se não ganharmos a licitação [do lixo de Curitiba], é claro, teremos de demitir, mas vamos cumprir todos os compromissos e indenizações”, disse. Procurada, a Estre não concedeu entrevista.
Aterros
O negócio com a Cavo amplia a área de atuação e concede ganhos de escala à empresa paulista, que já era uma das maiores do setor no país. Especializada na destinação final de resíduos, a Estre tem atualmente 12 aterros sanitários, dentre eles um localizado em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. Com faturamento estimado em R$ 630 milhões, controla várias empresas e tem mais da metade dos seus negócios gerados pelo setor privado.
De acordo com David, o foco da Estre é crescer fortemente também por meio de aquisições. O mercado de coleta e tratamento de lixo vem crescendo a taxas superiores às do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, tendência que deve se manter nos próximos anos. Entre seus concorrentes estão Haztec, Foz Brasil/Odebrecht e Queiroz Galvão.
Fundada por engenheiros ingleses e prestes a completar 90 anos, a Cavo pertencia ao grupo Camargo Corrêa, que adquiriu a empresa no fim da década de 1950. Com faturamento de R$ 500 milhões, a empresa tem operações em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, e emprega 3,3 mil pessoas. Dessas, 2,3 mil trabalham em Curitiba. Segundo David, o dinheiro da venda foi pago à vista e financiado pela Estre junto a um fundo de investimentos do banco BTG Pactual, responsável pela estruturação da operação.
De acordo com o presidente da Cavo, a venda envolve também a participação da Cavo em outras empresas, como os 50% que detém na Essencis, que trata resíduos industriais; os 37,6% na Loga, que atua na coleta de lixo em parte da cidade de São Paulo; e os 54% na UTR, que opera com resíduos hospitalares.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Abief
associar-se
Associe-se
Histórico
Objetivos
Fale com o Presidente
Diretoria
Vídeo institucional
Diretoria ABIEF – Exercício 2009/2011
Conselho de Administração
Cargo
Representante
Empresa
Presidente
Alfredo Felipe O. Schmitt
FFS Filmes
1º Vice-Presidente
Hermes Elias Moura
Lord
2º Vice-Presidente
Alberto Geronimi
Tecnoval
3º Vice-Presidente
Beni Adler
Nobelplast
4º Vice-Presidente
Melito Schlickmann
Incoplast
1º Secretário
Eli Kattan
Zaraplast
2º Secretário
Dov Gerzgorin
Packfilm
1º Tesoureiro
José Carlos Calió Foresti
Scipião
2º Tesoureiro
Oswaldo Rezende Filho
Cbs
Diretor Adjunto
Dirceu Antonio Galléas
Macroplastic
Diretor Adjunto
Eduardo Antonio Baracat
Plastpel
Diretor Adjunto
João Malandrin A. Neto
Majicplast
Diretor Adjunto
Maurício Montoro Groke
Antilhas
Diretor Adjunto
Paul Reiter
Packtec
Diretor Adjunto
Rogério Mani
Epema
Diretor Adjunto
Rodrigo Z. Bueno
Plastseven
Diretor Adjunto
Shirley Fantozzi
Plasfan
Diretor Adjunto
Valmor Picolo
Zivalplast
Conselho Fiscal
Cargo
Representante
Empresa
Presidente
Israel Sverner
Electro
Membro
Paulo Roberto B. Salles
CRP
Membro
Sergio Murad Carneiro Filho
SR
1º Suplente
Alessandra Zambaldi
Alpes
2º Suplente
Camilo Bezerra
Sackpac
3º Suplente
Laura Canteiro
Embaquim
Comissão de Coordenação de Política Setorial
Cargo
Representante
Empresa
Coordenador
Leonidas Alperowitch
Replac
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Alfredo Felipe O. Schmitt
FFS Filmes
1º Vice-Presidente
Hermes Elias Moura
Lord
2º Vice-Presidente
Alberto Geronimi
Tecnoval
3º Vice-Presidente
Beni Adler
Nobelplast
4º Vice-Presidente
Melito Schlickmann
Incoplast
1º Secretário
Eli Kattan
Zaraplast
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1º Tesoureiro
José Carlos Calió Foresti
Scipião
2º Tesoureiro
Oswaldo Rezende Filho
Cbs
Diretor Adjunto
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Macroplastic
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Representante
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Presidente
Israel Sverner
Electro
Membro
Paulo Roberto B. Salles
CRP
Membro
Sergio Murad Carneiro Filho
SR
1º Suplente
Alessandra Zambaldi
Alpes
2º Suplente
Camilo Bezerra
Sackpac
3º Suplente
Laura Canteiro
Embaquim
Comissão de Coordenação de Política Setorial
Cargo
Representante
Empresa
Coordenador
Leonidas Alperowitch
Replac
Coleta
Catadores de materiais recicláveis
se reuniram no final
do mês de fevereiro para bater
panelas em frente ao prédio da
Secretaria Municipal de Verde
e Meio Ambiente de São Paulo.
A manifestação buscava a
reintegração de um funcionário
público removido da função
de apoio à ampliação do
sistema de coleta seletiva com
inclusão dos catadores. Depois
de muito barulho, os catadores
foram recebidos pela
secretária adjunto Leda Maria
Aschermann, mas saíram sem
resultados concretos.
Mesmo com a aprovação e
sanção no mês de dezembro
da Política Nacional de Resíduos
Sólidos que é favorável
à inclusão econômica dos catadores
no plano federal, as
condições de trabalho dos catadores
na cidade de São Paulo
continuam péssimas.
A Prefeitura tem em sua
conta bancária recursos da
União no valor de seis milhões
para construção de 10
novos galpões, tem contra si
uma decisão judicial obrigando
ampliar o sistema de coleta
seletiva, além da pressão da
sociedade que busca cada vez
mais a forma correta de destinar
do lixo. Mesmo com tudo
isso, a administração municipal
parece não ter interesse na
criação de trabalho e renda para
o povo pobre e marginalizado.
O trabalho de catação ainda é
realizado informalmente e em
condições desumanas nas ruas
da cidade.
Desde a criação do programa
municipal de coleta seletiva na
gestão Luiza Erundina, o programa
não foi ampliado nas administrações
recentes. O interesse
de Kassab é privatizar esse setor
da reciclagem e torná-lo rentável
para as grandes empresas. Inclusive
os grandes conglomerados
europeus já se movimentam para
disputar o setor e utilizar a nova
legislação aprovada para um
novo nicho de mercado.
Outra nova moda travestida
de tecnologia é a incineração do
lixo que é vendida em toda a
America Latina por empresas
estrangeiras que prometem resolver
definitivamente o problema
do lixo e, ainda, gerar
energia elétrica queimando o
material reciclável. Na Europa,
dezenas de entidades lutam há
muitos anos contra os incineradores
que já começam a ser
proibidos em alguns países,
motivo pelo qual essas empresas
têm investido em lobby
sobre as prefeituras brasileiras
para vender seus equipamentos.
Não passam de sucata ultrapassada.
Os catadores de materiais
recicláveis sabem muito bem
o que significa a queima do
lixo e a competição das grandes
empresas sobre a gestão da
coleta seletiva. Significa mais
fome, miséria e exclusão social
para milhares de famílias que
trabalham com a catação de
materiais recicláveis.
É urgente apoiar o trabalho dos
catadores e lutar por um sistema
de coleta seletiva solidária que faça
inclusão social concreta e permita a
limpeza de nosso meio ambiente.
se reuniram no final
do mês de fevereiro para bater
panelas em frente ao prédio da
Secretaria Municipal de Verde
e Meio Ambiente de São Paulo.
A manifestação buscava a
reintegração de um funcionário
público removido da função
de apoio à ampliação do
sistema de coleta seletiva com
inclusão dos catadores. Depois
de muito barulho, os catadores
foram recebidos pela
secretária adjunto Leda Maria
Aschermann, mas saíram sem
resultados concretos.
Mesmo com a aprovação e
sanção no mês de dezembro
da Política Nacional de Resíduos
Sólidos que é favorável
à inclusão econômica dos catadores
no plano federal, as
condições de trabalho dos catadores
na cidade de São Paulo
continuam péssimas.
A Prefeitura tem em sua
conta bancária recursos da
União no valor de seis milhões
para construção de 10
novos galpões, tem contra si
uma decisão judicial obrigando
ampliar o sistema de coleta
seletiva, além da pressão da
sociedade que busca cada vez
mais a forma correta de destinar
do lixo. Mesmo com tudo
isso, a administração municipal
parece não ter interesse na
criação de trabalho e renda para
o povo pobre e marginalizado.
O trabalho de catação ainda é
realizado informalmente e em
condições desumanas nas ruas
da cidade.
Desde a criação do programa
municipal de coleta seletiva na
gestão Luiza Erundina, o programa
não foi ampliado nas administrações
recentes. O interesse
de Kassab é privatizar esse setor
da reciclagem e torná-lo rentável
para as grandes empresas. Inclusive
os grandes conglomerados
europeus já se movimentam para
disputar o setor e utilizar a nova
legislação aprovada para um
novo nicho de mercado.
Outra nova moda travestida
de tecnologia é a incineração do
lixo que é vendida em toda a
America Latina por empresas
estrangeiras que prometem resolver
definitivamente o problema
do lixo e, ainda, gerar
energia elétrica queimando o
material reciclável. Na Europa,
dezenas de entidades lutam há
muitos anos contra os incineradores
que já começam a ser
proibidos em alguns países,
motivo pelo qual essas empresas
têm investido em lobby
sobre as prefeituras brasileiras
para vender seus equipamentos.
Não passam de sucata ultrapassada.
Os catadores de materiais
recicláveis sabem muito bem
o que significa a queima do
lixo e a competição das grandes
empresas sobre a gestão da
coleta seletiva. Significa mais
fome, miséria e exclusão social
para milhares de famílias que
trabalham com a catação de
materiais recicláveis.
É urgente apoiar o trabalho dos
catadores e lutar por um sistema
de coleta seletiva solidária que faça
inclusão social concreta e permita a
limpeza de nosso meio ambiente.
sábado, 12 de março de 2011
Doadores
Mohammed Al Amoudi - Midroc Construção
Alwaleed Bin Talal - Kingdom Holding
Nasser Al-Kharafi, do Kuwait -MAK Group,
Alwaleed Bin Talal - Kingdom Holding
Nasser Al-Kharafi, do Kuwait -MAK Group,
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