segunda-feira, 21 de março de 2011

Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco

Funcionários param coleta temendo cortes
Publicado em 11/03/2011 | ELOÁ CRUZ, ESPECIAL PARA A GAZETA DO POVO
Fale conosco
RSSImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letra
Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com oFuncionários param coleta temendo cortes
Publicado em 11/03/2011 | ELOÁ CRUZ, ESPECIAL PARA A GAZETA DO POVO
Fale conosco
RSSImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letra
Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco), os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.

A prefeitura de Curitiba informou, em nota, que notificou a Cavo, que tem 48 horas para regularizar os serviços de coleta domiciliar de lixo sob pena de multa diária de R$ 15 mil, já que o indicativo de greve não foi repassado com 72 horas de antecedência, conforme prevê a Constituição Federal.

Saiba mais
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Além da possível demissão em massa, negada pela empresa, os funcionários reivindicam 20% de aumento salarial, 50% de aumento nos vales alimentação e refeição e a contratação de mais coletores de lixo por caminhão. A categoria também luta por melhorias nos equipamentos de segurança, redução da jornada de trabalho e manutenção dos direitos já adquiridos.

Na manhã de ontem, os coletores e varredores da Cavo protestaram em frente à sede da empresa e impediram trabalhadores de fazer a coleta de lixo na cidade. O trânsito na Avenida Getúlio Vargas ficou bloqueado pelos manifestantes por seis horas.

Em nota, a Cavo Serviços e Saneamento S.A. disse que em nenhum momento os funcionários foram ameaçados e os direitos legais dos colaboradores vão permanecer inalterados. Com relação à venda da Cavo para a Estre, a empresa informou que a operação não altera a rotina e o atendimento à coleta e ao destino final de resíduos da cidade. O Siemaco deve reunir os trabalhadores em uma assembleia às 7 horas de hoje para decidir se a categoria continua em greve ou retorna ao trabalho. os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.

A prefeitura de Curitiba informou, em nota, que notificou a Cavo, que tem 48 horas para regularizar os serviços de coleta domiciliar de lixo sob pena de multa diária de R$ 15 mil, já que o indicativo de greve não foi repassado com 72 horas de antecedência, conforme prevê a Constituição Federal.

Saiba mais
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Além da possível demissão em massa, negada pela empresa, os funcionários reivindicam 20% de aumento salarial, 50% de aumento nos vales alimentação e refeição e a contratação de mais coletores de lixo por caminhão. A categoria também luta por melhorias nos equipamentos de segurança, redução da jornada de trabalho e manutenção dos direitos já adquiridos.

Na manhã de ontem, os coletores e varredores da Cavo protestaram em frente à sede da empresa e impediram trabalhadores de fazer a coleta de lixo na cidade. O trânsito na Avenida Getúlio Vargas ficou bloqueado pelos manifestantes por seis horas.

Em nota, a Cavo Serviços e Saneamento S.A. disse que em nenhum momento os funcionários foram ameaçados e os direitos legais dos colaboradores vão permanecer inalterados. Com relação à venda da Cavo para a Estre, a empresa informou que a operação não altera a rotina e o atendimento à coleta e ao destino final de resíduos da cidade. O Siemaco deve reunir os trabalhadores em uma assembleia às 7 horas de hoje para decidir se a categoria continua em greve ou retorna ao trabalho.

Santa Casa

ADMINISTRAÇÃO - I.S.C.M.S.P.
PROVEDORIA

Dr. Kalil Rocha Abdalla
Provedor

Dr. José Hélio Musitano Pirágine
Escrivão

Sr. Hercílio Ramos
Tesoureiro

Dr. Kalil Rocha Abdalla
Procurador Jurídico

Eng. José Cândido de Freitas Júnior
Mordomo do Patrimônio Imobiliário

Dr. Milton Fernandes
Mordomo da Administração Imobiliária

Dr. João Clímaco Penna Trindade
Mordomo dos Hospitais

Eng. Augusto Carlos Ferreira Veloso
Mordomo do Museu & Capela

Dra. Helena Piva
Procuradoria Jurídica Cível

Dra. Maria do Socorro Alves Ferreira
Procuradoria Jurídica trabalhista


HOSPITAIS DA ISCMSP


HOSPITAL SÃO LUIZ GONZAGA

Dr. Norberto Kodi Kavabata
Diretor Técnico

Sr. Reberson Pierro
Coordenador Administrativo

HOSPITAL GERIÁTRICO E DE CONVALESCENTES DOM PEDRO II

Dra. Sueli Luciano Pires
Diretora Técnica

Dr.José Antonio Guerra Filho
Diretor Administrativo


CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRADA À SAÚDE MENTAL

Dr. Sérgio Tamai
Diretor Técnico

Sr. Vilmar Toledo Pirágine
Diretor Administrativo


HOSPITAL SANTA ISABEL

Dr. Carlos Adalberto Ferreira Pinto
Diretor


CENTRO DE SAÚDE ESCOLA BARRA FUNDA "DR. ALEXANDRE VRANJAC"

Dr. Nivaldo Carneiro Junior
Diretor Técnico


HOSPITAL GERAL DE GUARULHOS "PROF. DR. WALDEMAR DE CARVALHO PINTO FILHO"

Dra. Agnes M. Farias Ferrari
Diretor Técnico

Sr. Munir Aziz Saud
Diretor Administrativo


POLICLÍNICA MARIA DIRCE

Dra. Miriam Horta
Gerente Técnico

Sra. Alessandra Mieko Igarashi
Chefe Administrativa


POLICLÍNICA SÃO JOÃO

Dra. Maria Carolina de T. S. Moreno
Gerente de Apoio Médico

Dr. Paulo Fernando Silveira
Coordenador Administrativo


POLICLÍNICA PARAÍSO

Dra. Graciane Dias Figueiredo Mechenas
Gerente de Apoio Médico

Sr. Caio Roque Finco Leal
Chefe Administrativo


AMBULATÓRIO MÉDICO DE ESPECIALIDADES DR. GERALDO BOURROUL

Dra. Maria Dulce G. L. Cardenuto
Diretora Técnica

Sra. Marília Vanzo de Holanda
Administradora


HOSPITAL ESTADUAL DE FRANCISCO MORATO "DR. CARLOS DA SILVA LACAZ"

Dr. José Alberto Salinas
Diretor Técnico

Sr. Mário Ciparullo
Diretor Administrativo


VOLUNTÁRIAS

Sra. Henrica Mesquita


MICRORREGIÃO JAÇANÃ / TREMEMBÉ

Sr. Vagner Serafim de Deus
Gerente Administrativo

Sra. Silvana Maria Scagliusi
Gerente de Enfermagem

PRONTOS SOCORROS MUNICIPAS - ADMINISTRAÇÃO

Dr. Paulo de Araújo Prado
Coordenador Médico

Sr. Rogério Borin
Gerente Administrativo

Sra. Érika Ferreira da Silva
Gerente de Enfermagem

PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - DR. ÁLVARO DINO DE ALMEIDA - BARRA FUNDA

Dra. Welma Maria Mohallem
Diretora Técnica

Dra. Andréa Vicentini
Diretora Clínica

PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - DR. LAURO RIBAS BRAGA - SANTANA

Dr. Rafael Melillo Laurindo Neto
Diretor Técnico

Dr. Jorge Yamaya
Diretor Clínico

Dr. Eduardo Rodrigues Simão
Gerente de Apoio Médico

PRONTO SOCORRO MUNICIPAL - 21 DE JUNHO - FREGUESIA DO Ó

Dr. Marcelo Augusto Penteado Ribeiro
Diretor Técnico

Dra. Antonieta Regina Calaça Guido
Diretora Clínica

CENTRO HOSPITALAR DO SISTEMA PENITENCIÁRIO

Dr. Laércio Martins
Diretor Técnico

Sr. José D'Elia Filho
Diretor Administrativo

SUPERINTENDÊNCIA


Dr. Antonio Carlos Forte
Superintendente


GABINETE DA SUPERINTENDÊNCIA


Dr. Edison Ferreira da Silva
Chefe do Gabinete da Superintendência


DIRETORIAS
DIRETORIA CLÍNICA


Prof. Dr. Valdir Golin
Diretor Clínico


DIRETORIA FINANCEIRA


Sr. Paulino de Almeida Carvalho
Diretor


DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS


Dr. José da Silva Passos
Diretor


DIRETORIA TÉCNICA


Prof. Dr. Raimundo Raffaelli Filho
Diretor


DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO


Sr. Gilberto Rocha Ribeiro Júnior
Diretor


DIRETORIA DE QUALIDADE E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL


Sr. Fernando Rinaldo
Diretor


DIRETORIA DE ATENDIMENTO


Drª. Hiroko Saito
Diretora


DIRETORIA DE ENFERMAGEM


Srª. Magali de Oliveira P. Souza
Diretora


DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES


Eng. Manoel Francisco Lopes da Silva
Diretor


DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA


Srª. Elaine Garcia Fernandes
Diretora


UNIDADE DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE (U.E.P.)
Prof. Ben-Hesed dos Santos
Diretor

Sra. Vânia Munhoz Ximenes
Administradora

GERÊNCIAS
GERÊNCIA DE RISCO


Drª. Hilda de Souza Neves Salinas
Gerente de Risco


GERÊNCIA DO SESMT


Dr. João Alfredo Guimarães Neto
Gerente do SESMT
UNIDADES ESTRATÉGICAS DE SERVIÇO
U.E.S. NUTRIÇÃO E DIETÉTICA
Srª. Ana Lúcia Torloni Gradinar
Administradora
U.E.S. ANATOMIA PATOLÓGICA
Prof.Dr. Dino Martini Filho
Diretor

Drª. Eliza Nobuco Toda
Gestora


U.E.S. ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA E REABILITAÇÃO

Prof.Dr. Osmar Avanzi
Diretor da Ortopedia e Traumatologia

Prof.Dr.Claudio Gomes
Diretor da Reabilitação

Srª. Gizelda Márcia F. Almeida
Gestora

U.E.S. EMERGÊNCIA
Prof.Dr. José César Assef
Diretor

Srª. Maria Aparecida Matos
Administradora
U.E.S. OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA
Prof.Dr.Tsutomu Aoki
Diretor

Srª. Maria José Pedro Placeres
Administradora


U.E.S. MEDICINA E CIRURGIA

Prof.Dr. Carlos Alberto Malheiros
Diretor do Departamento de Cirurgia

Prof.Dr. Carlos Alberto Conceição Lima
Diretor do Departamento de Medicina

Enfª. Marta Bellazzi
Gestora

U.E.S. HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA
Prof.Dr.Carlos Sérgio Chiattone
Diretor

Srª. Mauro Cesar de Andrade
Gestor

U.E.S. CENTRO CIRÚRGICO E ANESTESIOLOGIA
Prof.Dr. Carlos Alberto Malheiros
Diretor do Centro Cirúrgico

Profª.Drª Lígia Andrade Silva Telles Mathias
Diretora do Departamento de Anestesiologia

Enfª. Solange Marsura
Gestora

U.E.S. PEDIATRIA
Profª.Drª Maria Lúcia Bastos Passarelli
Diretora

Enfª. Sonia Godoy
Administradora
U.E.S. PATOLOGIA CLÍNICA
Prof. Dr. Stanley Nigro
Diretor da Patologia Clínica


U.E.S. U.T.I.
Sr. Valdemir Teixeira
Gestor da UTI

Prof.Dr. Elzo Peixoto
Diretor da UTI


U.E.S. DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Prof.Dr. Décio Roveda Júnior
Diretor

Srª. Verônica Ramos dos Santos
Gestora
U.E.S. BANCO DE TECIDOS
Prof.Dr. Emerson Honda
Diretor do Banco de Tecidos

Prof.Dr. Reginaldo Carlos Boni
Diretor da SCOT

Srª. Eva Mackus
Administradora


U.E.S. CONDE DE LARA
Dr. Lutaif Dolci
Diretora do Departamento de Oftalmologia

Prof.Dr. Seiji Nakakubo
Diretor do Departamento de Serviço de Endoscopia

Prof.Dr. José Eduardo Lutif Dolci
Diretor do Departamento de Otorrinolaringologia

Profª.Draª Rosana Lazzarini
Diretora do Departamento de Dermatologia

Casa do zezinho

DADOS DA INSTITUIÇÃO

CNPJ
74.566.035/0001-29
CMDCA
599/96
COMAS
UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL
Decreto Lei nº 36.596/96 de 28 de novembro de 1996
UTILIDADE PÚBLICA FEDERAL
Processo nº 22.353/96-33 - Decreto Lei de 17 de ag
CERTIFICADO DE ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO CNAS
Processo nº 44006.003799/97-07 - Resolução nº 34 d

Estre Ambiental

Economia
Segunda-feira, 21/03/2011
Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo

Funcionários da Cavo foram à sede da empresa para pedir aumento e mais informações sobre o futuro de seus empregos
NEGÓCIOS
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Estre, que já tinha o aterro de Fazenda Rio Grande, pagou R$ 610 milhões; aquisição provocou protestos de funcionários

Publicado em 11/03/2011 | CRISTINA RIOS
Fale conosco
RSSImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letra
Depois de uma negociação que durou apenas dez dias, a paulistaEconomia
Segunda-feira, 21/03/2011
Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo

Funcionários da Cavo foram à sede da empresa para pedir aumento e mais informações sobre o futuro de seus empregos
NEGÓCIOS
Compra da Cavo cria gigante do setor de lixo
Estre, que já tinha o aterro de Fazenda Rio Grande, pagou R$ 610 milhões; aquisição provocou protestos de funcionários

Publicado em 11/03/2011 | CRISTINA RIOS
Fale conosco
RSSImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letra
Depois de uma negociação que durou apenas dez dias, a paulista Estre Ambiental comprou, por R$ 610 milhões, a Cavo Serviços de Saneamento, responsável pela coleta de lixo de Curitiba. O negócio dá à Estre a posição de maior gerenciadora de lixo do país, com faturamento de R$ 1,2 bilhão por ano e posição dominante no mercado da capital paranaense, que coleta cerca de 40 mil toneladas por mês de lixo.

A venda, que envolveu 100% do capital da Cavo, ocorreu em meio ao imbróglio envolvendo a licitação do lixo de Curitiba. O contrato com a Cavo, que já recebeu 22 aditivos, vence em meados de abril e a licitação que definirá a operadora que vai cuidar da limpeza urbana está paralisada desde que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná suspendeu a abertura dos envelopes das concorrentes, há um mês. A Cavo disputa o contrato – avaliado em R$ 645,5 milhões em cinco anos – com a Revita Engenharia (da Camargo Corrêa e Solví) e Vital Engenharia Ambiental (do Grupo Queiroz Galvão).

A venda para a Estre provocou protestos dos trabalhadores da Cavo. Com o receio de demissões em massa, os cerca de 2,3 mil funcionários da empresa suspenderam a coleta do lixo na capital ontem. Em período de negociação da data-base da categoria, os empregados também protestaram contra a falta de diálogo sobre as propostas de reajuste salarial. Uma nova reunião de funcionários está marcada para hoje, na sede da empresa, no início da manhã.

Funcionários param coleta temendo cortes

Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco), os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.

Leia a matéria completa

O presidente da Cavo, João Carlos David, afirmou ontem que a empresa descarta demissões em massa por conta da aquisição pela Estre. “Se não ganharmos a licitação [do lixo de Curitiba], é claro, teremos de demitir, mas vamos cumprir todos os compromissos e indenizações”, disse. Procurada, a Estre não concedeu entrevista.

Aterros

O negócio com a Cavo amplia a área de atuação e concede ganhos de escala à empresa paulista, que já era uma das maiores do setor no país. Especializada na destinação final de resíduos, a Estre tem atualmente 12 aterros sanitários, dentre eles um localizado em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. Com faturamento estimado em R$ 630 milhões, controla várias empresas e tem mais da metade dos seus negócios gerados pelo setor privado.

De acordo com David, o foco da Estre é crescer fortemente também por meio de aquisições. O mercado de coleta e tratamento de lixo vem crescendo a taxas superiores às do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, tendência que deve se manter nos próximos anos. Entre seus concorrentes estão Haztec, Foz Brasil/Odebrecht e Queiroz Galvão.

Fundada por engenheiros ingleses e prestes a completar 90 anos, a Cavo pertencia ao grupo Camargo Corrêa, que adquiriu a empresa no fim da década de 1950. Com faturamento de R$ 500 milhões, a empresa tem operações em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, e emprega 3,3 mil pessoas. Dessas, 2,3 mil trabalham em Curitiba. Segun­do David, o dinheiro da venda foi pago à vista e financiado pela Estre junto a um fundo de investimentos do banco BTG Pactual, responsável pela estruturação da operação.

De acordo com o presidente da Cavo, a venda envolve também a participação da Cavo em outras empresas, como os 50% que detém na Essencis, que trata resíduos industriais; os 37,6% na Loga, que atua na coleta de lixo em parte da cidade de São Paulo; e os 54% na UTR, que opera com resíduos hospitalares. comprou, por R$ 610 milhões, a Cavo Serviços de Saneamento, responsável pela coleta de lixo de Curitiba. O negócio dá à Estre a posição de maior gerenciadora de lixo do país, com faturamento de R$ 1,2 bilhão por ano e posição dominante no mercado da capital paranaense, que coleta cerca de 40 mil toneladas por mês de lixo.

A venda, que envolveu 100% do capital da Cavo, ocorreu em meio ao imbróglio envolvendo a licitação do lixo de Curitiba. O contrato com a Cavo, que já recebeu 22 aditivos, vence em meados de abril e a licitação que definirá a operadora que vai cuidar da limpeza urbana está paralisada desde que o Tribunal de Contas do Estado do Paraná suspendeu a abertura dos envelopes das concorrentes, há um mês. A Cavo disputa o contrato – avaliado em R$ 645,5 milhões em cinco anos – com a Revita Engenharia (da Camargo Corrêa e Solví) e Vital Engenharia Ambiental (do Grupo Queiroz Galvão).

A venda para a Estre provocou protestos dos trabalhadores da Cavo. Com o receio de demissões em massa, os cerca de 2,3 mil funcionários da empresa suspenderam a coleta do lixo na capital ontem. Em período de negociação da data-base da categoria, os empregados também protestaram contra a falta de diálogo sobre as propostas de reajuste salarial. Uma nova reunião de funcionários está marcada para hoje, na sede da empresa, no início da manhã.

Funcionários param coleta temendo cortes

Funcionários da Cavo entraram em greve por tempo indeterminado na manhã de ontem. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região (Siemaco), os coletores e varredores temem uma possível demissão em massa com a venda da Cavo para a Estre.

Leia a matéria completa

O presidente da Cavo, João Carlos David, afirmou ontem que a empresa descarta demissões em massa por conta da aquisição pela Estre. “Se não ganharmos a licitação [do lixo de Curitiba], é claro, teremos de demitir, mas vamos cumprir todos os compromissos e indenizações”, disse. Procurada, a Estre não concedeu entrevista.

Aterros

O negócio com a Cavo amplia a área de atuação e concede ganhos de escala à empresa paulista, que já era uma das maiores do setor no país. Especializada na destinação final de resíduos, a Estre tem atualmente 12 aterros sanitários, dentre eles um localizado em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba. Com faturamento estimado em R$ 630 milhões, controla várias empresas e tem mais da metade dos seus negócios gerados pelo setor privado.

De acordo com David, o foco da Estre é crescer fortemente também por meio de aquisições. O mercado de coleta e tratamento de lixo vem crescendo a taxas superiores às do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, tendência que deve se manter nos próximos anos. Entre seus concorrentes estão Haztec, Foz Brasil/Odebrecht e Queiroz Galvão.

Fundada por engenheiros ingleses e prestes a completar 90 anos, a Cavo pertencia ao grupo Camargo Corrêa, que adquiriu a empresa no fim da década de 1950. Com faturamento de R$ 500 milhões, a empresa tem operações em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, e emprega 3,3 mil pessoas. Dessas, 2,3 mil trabalham em Curitiba. Segun­do David, o dinheiro da venda foi pago à vista e financiado pela Estre junto a um fundo de investimentos do banco BTG Pactual, responsável pela estruturação da operação.

De acordo com o presidente da Cavo, a venda envolve também a participação da Cavo em outras empresas, como os 50% que detém na Essencis, que trata resíduos industriais; os 37,6% na Loga, que atua na coleta de lixo em parte da cidade de São Paulo; e os 54% na UTR, que opera com resíduos hospitalares.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Abief

associar-se

Associe-se

Histórico

Objetivos

Fale com o Presidente

Diretoria

Vídeo institucional



Diretoria ABIEF – Exercício 2009/2011
Conselho de Administração


Cargo


Representante


Empresa

Presidente


Alfredo Felipe O. Schmitt


FFS Filmes

1º Vice-Presidente


Hermes Elias Moura


Lord

2º Vice-Presidente


Alberto Geronimi


Tecnoval

3º Vice-Presidente


Beni Adler


Nobelplast

4º Vice-Presidente


Melito Schlickmann


Incoplast

1º Secretário


Eli Kattan


Zaraplast

2º Secretário


Dov Gerzgorin


Packfilm

1º Tesoureiro


José Carlos Calió Foresti


Scipião

2º Tesoureiro


Oswaldo Rezende Filho


Cbs

Diretor Adjunto


Dirceu Antonio Galléas


Macroplastic

Diretor Adjunto


Eduardo Antonio Baracat


Plastpel

Diretor Adjunto


João Malandrin A. Neto


Majicplast

Diretor Adjunto


Maurício Montoro Groke


Antilhas

Diretor Adjunto


Paul Reiter


Packtec

Diretor Adjunto


Rogério Mani


Epema

Diretor Adjunto


Rodrigo Z. Bueno


Plastseven

Diretor Adjunto


Shirley Fantozzi


Plasfan

Diretor Adjunto


Valmor Picolo


Zivalplast

Conselho Fiscal


Cargo


Representante


Empresa

Presidente


Israel Sverner


Electro

Membro


Paulo Roberto B. Salles


CRP

Membro


Sergio Murad Carneiro Filho


SR

1º Suplente


Alessandra Zambaldi


Alpes

2º Suplente


Camilo Bezerra


Sackpac

3º Suplente


Laura Canteiro


Embaquim


Comissão de Coordenação de Política Setorial


Cargo


Representante


Empresa

Coordenador


Leonidas Alperowitch


Replac

Coleta

Catadores de materiais recicláveis
se reuniram no final
do mês de fevereiro para bater
panelas em frente ao prédio da
Secretaria Municipal de Verde
e Meio Ambiente de São Paulo.
A manifestação buscava a
reintegração de um funcionário
público removido da função
de apoio à ampliação do
sistema de coleta seletiva com
inclusão dos catadores. Depois
de muito barulho, os catadores
foram recebidos pela
secretária adjunto Leda Maria
Aschermann, mas saíram sem
resultados concretos.
Mesmo com a aprovação e
sanção no mês de dezembro
da Política Nacional de Resíduos
Sólidos que é favorável
à inclusão econômica dos catadores
no plano federal, as
condições de trabalho dos catadores
na cidade de São Paulo
continuam péssimas.
A Prefeitura tem em sua
conta bancária recursos da
União no valor de seis milhões
para construção de 10
novos galpões, tem contra si
uma decisão judicial obrigando
ampliar o sistema de coleta
seletiva, além da pressão da
sociedade que busca cada vez
mais a forma correta de destinar
do lixo. Mesmo com tudo
isso, a administração municipal
parece não ter interesse na
criação de trabalho e renda para
o povo pobre e marginalizado.
O trabalho de catação ainda é
realizado informalmente e em
condições desumanas nas ruas
da cidade.
Desde a criação do programa
municipal de coleta seletiva na
gestão Luiza Erundina, o programa
não foi ampliado nas administrações
recentes. O interesse
de Kassab é privatizar esse setor
da reciclagem e torná-lo rentável
para as grandes empresas. Inclusive
os grandes conglomerados
europeus já se movimentam para
disputar o setor e utilizar a nova
legislação aprovada para um
novo nicho de mercado.
Outra nova moda travestida
de tecnologia é a incineração do
lixo que é vendida em toda a
America Latina por empresas
estrangeiras que prometem resolver
definitivamente o problema
do lixo e, ainda, gerar
energia elétrica queimando o
material reciclável. Na Europa,
dezenas de entidades lutam há
muitos anos contra os incineradores
que já começam a ser
proibidos em alguns países,
motivo pelo qual essas empresas
têm investido em lobby
sobre as prefeituras brasileiras
para vender seus equipamentos.
Não passam de sucata ultrapassada.
Os catadores de materiais
recicláveis sabem muito bem
o que significa a queima do
lixo e a competição das grandes
empresas sobre a gestão da
coleta seletiva. Significa mais
fome, miséria e exclusão social
para milhares de famílias que
trabalham com a catação de
materiais recicláveis.
É urgente apoiar o trabalho dos
catadores e lutar por um sistema
de coleta seletiva solidária que faça
inclusão social concreta e permita a
limpeza de nosso meio ambiente.

sábado, 12 de março de 2011

Doadores

Mohammed Al Amoudi - Midroc Construção

Alwaleed Bin Talal - Kingdom Holding

Nasser Al-Kharafi, do Kuwait -MAK Group,