terça-feira, 18 de janeiro de 2011

coopermiti

Associe-se

Poderão associar-se à COOPERMITI, salvo se houver impossibilidade técnica de prestação de serviços, quaisquer profissionais autônomos que se dediquem à atividade objeto da cooperativa e preencherem os pré-requisitos definidos no Estatuto Social e no Regimento Interno, sem prejudicar os interesses da cooperativa, nem com eles colidir.

Para associar-se, o interessado preencherá a Ficha de Matricula, com a assinatura dele e de mais dois cooperados, bem como a declaração de que optou livremente por associar-se, conforme normas constantes no Estatuto Social e no Regimento Interno da COOPERMITI.

Caso o interessado seja membro de outra cooperativa que não opere na área de reciclagem de materiais, deverá apresentar carta de referências por ela expedida.

O interessado deverá frequentar, com aproveitamento, um curso básico de cooperativismo, que será ministrado pela cooperativa ou outra entidade que possua parceria ou convênio firmado com a COOPERMITI. Concluído o curso, a Diretoria analisará a proposta de admissão e, se for o caso, a deferirá, devendo então o interessado subscrever quotas-partes do capital e assinar o livro de matrícula.

Não poderão ingressar na COOPERMITI as pessoas físicas com idade inferior aos 18 (dezoito) anos.

 

Formalidades e Documentação

Cumpridas todas as formalidades, o cooperado admitido na COOPERMITI, adquire todos os direitos e assume todos os deveres e obrigações decorrentes da Lei, do Estatuto Social, do Regimento Interno e das deliberações das Assembléias Gerais e da Diretoria.

Providenciar os seguintes documentos:
  • 2 fotos 3 x 4 (iguais e recentes);
  • Cópia da Cédula de Identidade (RG ou equivalente);
  • Cópia do documento CPF;
  • Cópia do Titulo de Eleitor;
  • Cópia do documento de alistamento militar (para pessoas do sexo masculino);
  • Cópia do comprovante de endereço;
  • Atestado médico, constatando as condições gerais de saúde do candidato;
  • Apresentar os documentos originais junto com as cópias.
As entrevistas de seleção e admissão devem ser sempre agendadas

oi futuro

Oi Futuro

Edital 2010

A Oi, através do Oi Futuro, lança o seu primeiro edital para a seleção de projetos voltados para a temática ambiental. O Programa Oi de Projetos para o Meio Ambiente 2010 busca apoiar, em todo o país, iniciativas de efeito multiplicador com o objetivo de construir uma nova realidade para as diferentes comunidades, desde as grandes metrópoles até os pontos mais distantes do Brasil.
Inscrições de 14 de dezembro de 2010 a 31 de janeiro de 2011
O Programa busca selecionar projetos de conservação e preservação ambiental nas áreas de: financiamento de novos empreendimentos integrando sustentabilidade e conservação ambiental; implementação/fortalecimento de tecnologias sociais que promovam o desenvolvimento sustentável e a conservação do meio ambiente; uso de novas tecnologias para a preservação ambiental e educação para a sustentabilidade.
Para inscrever seu projeto acesse, exclusivamente, oifuturo.org.br/meioambiente2010, e preencha o formulário eletrônico de inscrição.
Antes de iniciar este processo, recomendamos o download do formulário de inscrição em pdf aqui.
Conteúdos adicionais das propostas podem ser enviados para:
Oi Futuro / 1° Programa Oi de Projetos para o Meio Ambiente 2010
Rua Dois de Dezembro, 107/5º andar - Flamengo
Rio de Janeiro – RJ CEP 22.220-040
Documentos e anexos referentes às inscrições não serão devolvidos.

Câmara de São Paulo


PARA ONDE VAI
Cofres públicos
R$ 76,6 milhões será o custo anual com salários e gasto de pessoal dos 55 vereadores da 
cidade de São Paulo
Salário
R$ 15.030 por mês
Verba de gabinete
R$ 14,8 mil por mês
Contratação de até 19 assessores
R$ 84,4 mil mensais
Custo mensal
R$ 114 mil
Custo anual
R$ 1,4 milhão 

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Bizert free zone

 Parc d'Activités Economiques de Bizerte (Bizerte Park of Economic Activities - PAEB), 241-243, Avenue Habib
Bourguiba, TN-7000 Bizerte, phone number: +216 72 417477, fax number: +216 72 417925

matmata hotel

Matmata, Berber restaurante, Tunísia

sábado, 15 de janeiro de 2011

Est possible

Revolução na Tunísia. Presidente do Parlamento assume poder

por Marta F. Reis , Publicado em 15 de Janeiro de 2011  |  Actualizado há 5 horas
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Os manifestantes dizem que?uma outra Tunísia é possível?

Depois de uma precipitação de acontecimentos na tarde de sexta-feira, o tribunal constitucional da Tunísia anunciou hoje que Fouad Mebazaa, presidente do parlamento, assumirá nos próximos 60 dias o papel de presidente interino. Veja aqui as primeiras declarações de Mebazaa .
Esta, pelo menos à luz da constituição do país, já era ontem apontada como a consequência imediata da fuga do presidente Ben Ali da Tunísia, após 28 dias de prostestos violentos. Porém, uma reviravolta ao início da noite de ontem dera o poder a Mohamed Ghannouchi, primeiro-ministro demitido durante a tarde por Ben Ali.
Segundo a Al Jazeera, sabe-se agora que Ghannouchi tinha recebido instruções de Ben Ali para se manter no poder, passo que foi rejeitado formalmente pelo conselho constituicial, autoridade legal em matéria de constituição. Fouad Mebazaa tem 60 dias para organizar eleições presidenciais. Fethi Abdennadher, presidente deste conselho, frisou á que a saída de Ben Ali é definitiva.
Sabe-se também que Ben Ali foi recebido pela Arábia Saudita, e não por Malta ou Paris como era avançado ontem. Um comunicado oficial justificou o exílio com a situação excepcional que se está a viver na Tunísia.
Diogo Noivo, investigador do Instituto Português de Relações Internacionais e Segurança (IPRIS), que ontem comentou o desenrolar os acontecimentos ao i, acredita que a revolução só será compreendida num prazo mais amplo. Mesmo que Ben Ali saia do poder, acredita Noivo, manterá uma presença forte nos círculos de influência e económicos. O especialista nota ainda que há 23 anos, quando Ben Ali chegou ao poder, teve o apoio da população por revelar um espírito reformador que gradualmente se foi fechando, o que merece alguma cautela na hora de avaliar mudanças no regime que se vive na Tunísia.
Entre os manifestantes, a revolução já foi rotulada de histórica. Siga-a online no Twitter, com as tags sidibouzid.

Grand tunisie

Tunisie : le Conseil constitutionnel proclame Fouad Mebazaa président par intérim

tunisie-flag.jpgAlors que la population tunisienne s'inquiétait d'ores et déjà de l'émergence d'une nouvelle dictature avec l'arrivée au pouvoir du Premier ministre Mohammed Ghannouchi, le Conseil constitutionnel tunisien a proclamé samedi coup sur coup «la vacance définitive du pouvoir» à la tête de l'Etat et la nomination de Fouad Mebazaa au poste de président de la République par intérim. Cette décision écarte de facto la possibilité d'un retour à la tête de l'Etat de Ben Ali.
Le Conseil constitutionnel s'est appuyé pour ce faire sur l'article 57 de la Constitution tunisienne. Agé de 76 ans, le président tunisien par intérim, Fouad Mebazaa, est président de la chambre des députés depuis 1997. Il est chargé d'organiser une élection présidentielle dans les deux mois. Vendredi, Mohammed Ghannouchi, s'était quant à lui référé à un autre article de la Constitution pour accéder - certes provisoirement - aux fonctions de président par intérim. Une auto-proclamation en quelque sorte qui ne laissait présager rien de bon tout en laissant la porte ouverte à un éventuel retour au pouvoir du Président Ben Ali. Un des opposants du Chef de l'Etat, Hamma Hammami, le chef du Parti communiste des ouvriers de Tunisie (PCOT, interdit) avait estimé pour sa part qu'il y avait eu violation de la Constitution. «En raison de l'empêchement provisoire du président de la République d'accomplir ses fonctions, j'assume temporairement la responsabilité du leadership du pays en ces temps difficiles pour aider à rétablir la sécurité», s'était contentée de déclarer le Premier ministre Mohammed Ghannouchi dans une déclaration solennelle. «Je promets de respecter la Constitution, de travailler avec attention à des réformes économiques et sociales et de consulter toutes les parties», avait-t-il par ailleurs ajouté. Mohammed Ghannouchi n'avait alors aucunement évoqué la possibilité d'un coup d'État ou l'éventualité d'une prise en charge du pays par l'armée. Pour légitimer sa démarche, il s'est appuyé sur l'article 56 de la Constitution, cet article disposant qu'"en cas d'empêchement provisoire, le président de la République peut déléguer par décret ses attributions au Premier ministre à l'exclusion du pouvoir de dissolution de la Chambre des députés". Flairant l'embrouille, voire pire, Hamma Hammami affirmait alors de son côté que Ben Ali "n'a pas le droit de désigner son successeur », ajoutant que « la victoire du peuple ne doit pas être spoliée ». Selon lui, « l'opposition doit s'unir pour un changement démocratique qui réponde aux aspirations du peuple". Le recours à l'article pré-cité avait été également contesté par un constitutionnaliste, Sadok Belaïd, ce dernier - s'exprimant sur la télévision Al-Jazira - n'hésitant pas à qualifier l'opération de « grave erreur ». Selon lui, Mohammed Ghannouchi aurait dû s'appuyer plutôt sur l'article 57 qui prévoit qu'"en cas de vacance du pouvoir pour cause de décès, démission ou empêchement absolu, le président de la Chambre des députés est immédiatement investi des fonctions de président de la République par intérim" qui doit organiser des législatives dans un délai maximum de 60 jours. Sur Facebook, des nombreux Tunisiens contestaient d'ores et déjà vendredi le président par intérim, certains y voyant "le projet d'un nouveau dictateur".