quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

MOFO

Veja dicas para combater o mofo no período de chuvas

JEANINE LEMOS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Chove sem parar e o mofo invade os armários, mancha as roupas, cria marcas nos sapatos e deixa o teto do banheiro estampado de bolinhas. As especialistas em organização Adriana Saade e Daisy Khappaz dão as dicas para combater o problema. A primeira, mais simples e mais importante de todas, é deixar as janelas abertas sempre que possível. O mofo só aparece em ambientes escuros e abafados. Deixar a luz e o ar entrarem é imprescindível.

ARMÁRIOS

Pedras de cânfora evitam o surgimento do mofo nos armários e deixam um aroma gostoso em roupas, toalhas e cobertores. O produto é vendido em farmácias, em caixinhas com seis unidades. A pedra pode ser colocada diretamente nas prateleiras e não faz sujeira como o giz e o carvão, também eficientes para evitar a umidade dos armários. Se eles já estão com mofo, o ideal é limpar com um pano umedecido coma solução de um litro de água para quatro colheres (sopa) de vinagre. Outra forma de usar essa mistura é ferver e colocar dentro do armário, deixando o vapor por duas horas. Depois é só passar um pano e deixar o armário aberto para ventilar.

COURO

Sapatos, botas e roupas de couro são as primeiras vítimas do mofo. Para limpar, use um pano bem torcido, umedecido com água e álcool em gel. Depois, deixe secarem local arejado. Mas, para prevenir o surgimento do mofo, deixe o calçado respirar depois que for usado, antes de guardá-lo no armário. Pode serem uma varanda ou na área de serviço. Antes de voltar para o sapateiro, borrife um produto como lisoforme em spray para garantir a higienização completa.

BANHEIROS

Abafado e úmido, esse cômodo da casa é o mais sujeito a mofo. Lembre-se de abrir sempre as janelas após os banhos para que o ar circule e seque as paredes. Se tiver uma janela basculante, deixe ao menos uma fresta aberta o dia todo. Como o mofo se espalha rápido, é importante lavar as manchas assim que elas surgem. Use água sanitária e esfregue bem. Quando os fungos se proliferam, fica mais difícil combatê-los. As pedras de cânfora, giz ou carvão podem ser colocadas nas gavetas dos armários de banheiros para conter a umidade. Nesse caso, eles devem ser trocados com maior frequência.

ROUPAS

Roupas brancas podem ser lavadas com água sanitária para retirar o mofo. No caso das coloridas, meio copo americano de leite misturado em um litro de água resolve o problema. Depois de deixar de molho, lave a peça em água quente (não fervente). Usar sacos plásticos para guardar as roupas e os cobertores não é uma boa ideia -com exceção das embalagens a vácuo, que protegem contra os fungos. Uma boa opção é o chamado TNT, que deixa o ar passar e não abafa os tecidos. Uma fita de cetim pode fechar o pacote e identificar que peças estão guardadas. O TNT é vendido em lojas de embalagem e de tecidos.

POUPET


Metrô News

20JAN
fonte: http://www.metronews.com.br/

Empresas grandes geradores

Cerveja em PET gera polêmica
A cerveja embalada em PET - chega discretamente às prateleiras e, antes de ser produzida em larga escala, já é alvo de muita polêmica e discussão
A garrafa de cerveja suada, de tão gelada, na mesa do bar ou a latinha tinindo, difícil ao toque, são cenas bem brasileiras. Por aqui, se bebe cerveja muito gelada, em lata ou garrafa de vidro. Mas uma nova versão - a cerveja embalada em PET - chega discretamente às prateleiras e, antes de ser produzida em larga escala, já é alvo de muita polêmica e discussão.

A cerveja em PET já é usada na Europa - no Leste Europeu representa 50% das vendas - na Austrália e nos EUA. A Miller envasa cerveja em garrafa plástica desde 1998 e outras grandes cervejarias, como Heineken, Carlsberg e InBev também vendem a bebida nesse tipo de embalagem. Só na Rússia, a InBev vende três marcas em PET: BagBier, Rifey e Permskoye Gubernskoye.No Brasil, por enquanto, apenas duas pequenas cervejarias do interior paulista se aventuraram nessa seara: a Atlas e a Belco. Mas ambas dependem de liminares para vender os produtos.

O procurador da República, Jefferson Aparecido Dias, entrou com ação civil pública para condicionar o envasamento da cerveja em PET a um estudo de impacto ambiental (EIA) que preveja medidas para recuperação da embalagem após o uso. As empresas obtiveram liminares pois seus produtos são anteriores à ação. "Se houver uma substituição da lata pelo PET haverá uma sobrecarga ambiental muito grande", defende Dias. "As empresas não estão preocupadas com o destino final desse tipo de produto." A proposta é que as empresas invistam em fundos de recolhimento ou se responsabilizem pelo processo.

Embora seja reciclável, o PET tem um índice de aproveitamento baixo se comparado com a latinha de alumínio. O volume da garrafa - que dificulta o transporte - e o baixo preço não despertam o interesse dos catadores. Enquanto um quilo de PET (cerca de 20 garrafas) é vendido entre R$ 0,50 e R$ 0,70, segundo a ONG Recicloteca, um quilo de alumínio (60 latinhas) custa cerca de R$ 2,50. Estima-se que cerca de 40% na produção de PET seja reciclada, e 50% desse total seja usado na mistura de fibras têxteis - já que o reaproveitamento na própria indústria de bebidas é proibido. "Enquanto a indústria de alumínio incentiva e reaproveita 100% do alumínio, o PET não é bem aceito pelos catadores e pela própria indústria de reciclagem", diz Vera Chevalier, diretora da Recicloteca.

Embora a InBev tenha uma das mais modernas tecnologias para envase de cerveja em PET fora do Brasil, a sua principal subsidiária, a AmBev, é contra a adoção da embalagem no país. Além da questão ambiental, enfatizada pela empresa, há o temor de repetir nas cervejas o que aconteceu com o setor de refrigerantes, que teve de enfrentar o crescimento das "tubaínas". O PET foi um divisor de águas no mercado de refrigerantes e democratizou o setor, abrindo espaço para inúmeras pequenas marcas. O processo de envase é mais barato e exige baixos investimentos nas linhas. "É uma tecnologia que reduz custos e como as margens são muito importantes para a indústria, no futuro, a multiplicação dessas embalagens é um risco", afirma Milton Seligman, diretor de assuntos corporativos da AmBev. Segundo Seligman, se a produção for liberada, todo mundo vai entrar - inclusive a AmBev que já detém a tecnologia lá fora - porque o mercado é muito sensível a preço. "Seria uma dano para a categoria e para o meio ambiente", completa.

Diante da polêmica, cabe a dúvida em relação à indústria de refrigerantes, que já produz anualmente 4 bilhões de garrafas em PET. A questão ambiental também não vale para o refrigerante? A resposta é que, se o PET chegar ao setor cervejeiro com a mesma velocidade com que abarcou nos refrigerantes, o problema ambiental será de proporções incontroláveis. A indústria de refrigerantes produz 9 bilhões de litros ao ano e a de cervejas 8,5 bilhões de litros. "O problema triplicaria", diz Vera, da Recicloteca. De acordo com Seligman, da AmBev, o cenário já está instalado nos refrigerantes e, a não ser que haja uma regulamentação proibindo o uso, fica difícil voltar atrás. É importante considerar, no entanto, que dificilmente haveria uma migração massiva para PET, a exemplo de países onde o produto já foi lançado. "As empresas teriam que transpor uma barreira cultural, muito forte no Brasil, e a natural percepção do consumidor de perda de qualidade", diz uma fonte da indústria.

As pequenas que já se aventuraram no lançamento da cerveja em PET resolveram apostar no diferencial - apesar do custo jurídico. "É muito difícil disputar esse mercado e resolvemos apostar em algo que ninguém faz", afirma Rene Andreasi, diretor técnico da Belco. A empresa começou a desenvolver o produto há três anos. Começou a vender a embalagem de 1,5 litro no final do ano passado e agora testa a de 350 mililitros. As vendas estão concentradas em supermercados do interior de São Paulo, mas não está em nenhuma grande rede. A garrafa de 1,5 litro é vendida entre R$ 3,80 e R$ 4,00. A Atlas, localizada em Vinhedo, começou a produção em PET em 1996. Por conta da ação civil pública ficou 60 dias parada até obter liminar para funcionamento. "Somos pequenos, temos que trabalhar com nichos", afirma Maurício Baduy, sócio da cervejaria.

A Atlas faz embalagens de 1 litro na cor âmbar (como as estrangeiras), vendidas entre R$ 2,80 e R$ 3,00. As maiores empresas, como a mexicana Femsa - dona da Kaiser no Brasil - já olham para esse mercado, mas esperam o desenvolvimento de uma embalagem mais apropriada, que permita uma vida útil maior do produto.

A cerveja envasada em PET é, na verdade, chope, porque a embalagem não permite a pasteurização. Por ser muito porosa, permite a entrada de oxigênio e a saída de gás carbônico. A cerveja da Atlas dura 45 dias e precisa ser mantida sob refrigeração e da Belco pode ficar nas prateleiras por até 90 dias.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

cerveja em pet

4/08/2010 - 16h32

Bebida alcoólica em garrafa PET precisará de licença ambiental

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DE SÃO PAULO
A 12ª Vara Federal Cível de São Paulo julgou procedentes duas ações ajuizadas pelo Ministério Público Federal (MPF), que obrigam a cervejaria Belco S/A a obter licença ambiental junto ao Ibama antes de lançar cerveja, chope e bebida alcoólica por mistura em garrafa PET.
Os casos foram julgados separadamente entre dezembro de 2009 e julho deste ano.
Ambas as ações foram ajuizadas originalmente pelo MPF em Marília (SP) e acabaram sendo redistribuídas para a Justiça Federal de São Paulo.
Na sentença de mérito mais recente, a Justiça Federal julgou procedente o pedido do MPF e determinou ao Ministério da Agricultura que condicione o registro de bebida alcoólica, embalada em garrafa PET ou em outra espécie de plástico, ao licenciamento ambiental junto ao Ibama.
A decisão determina ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) que só conceda a licença ambiental mediante a adoção, por parte do fabricante, de medidas eficazes, devidamente estabelecidas no EIA/RIMA (documentos de estudo de impacto ambiental), a fim de evitar eventuais danos ambientais decorrentes da utilização de embalagens plásticas.
CERVEJA E CHOPE
Na outra ação, a Justiça Federal proferiu decisão em favor do MPF e determinou que o Ministério da Agricultura condicione o registro de cerveja ou chope embalada em PET ou em outra espécie de plástico (Lei 8.918/94) ao licenciamento ambiental junto ao Ibama
A sentença, de dezembro de 2009, determina também que o Ibama deverá condicionar a concessão da licença ambiental à adoção, por parte do empreendedor, de medidas eficazes, devidamente estabelecidas no EIA/RIMA, a fim de evitar os danos ambientais decorrentes da utilização de embalagens plásticas para o envase de cerveja e chope.
Para o MPF, em ambos os casos, como as referidas bebidas alcoólicas são produtos que atingem picos de consumo em determinadas épocas do ano, como o verão e carnaval, o lixo gerado pelas embalagens PET, em regiões onde não há reciclagem de lixo, por exemplo, pode causar graves danos ambientais.
Diferentemente do que acontece com embalagens de alumínio, a reciclagem de outros tipos de materiais continua incipiente no país.

Btigada fenix Agape

[CONTEÚDO EXCLUSIVO] O ciclo virtuoso do lixo patrocinado

Publicado em 12/01/11 às 16h30envie a um amigoenvie para um amigo
Entrevista concedida a Alexandre Bandeira 

Presente em 11 países, a TerraCycle chegou ao Brasil em fevereiro de 2010 e já  está se mostrando um modelo bem-sucedido de transformação de resíduos sólidos no País. Nesta entrevista, o presidente da Terracycle do Brasil, GUILHERME BRAMMER, fala como conheceu o CEO e criador da TerraCycle americana, Tom Szaky, como se tornaram parceiros em menos de uma semana, e sobre o sucesso do modelo no mercado brasileiro. 

Como você se tornou presidente da TerraCycle do Brasil?

Sempre trabalhei vendendo matéria-prima para indústrias. Papel, aço, plástico... De uns dois anos para cá, comecei a repensar a minha carreira para tentar fazer parte de empresas que tivessem a sustentabilidade como core busines. Em janeiro de 2010, achei o livro Revolution in a Bottle (“Revolução numa garrafa”), do Tom Szaky, que é o criador e CEO da TerraCycle. Li em um dia e pensei: preciso achar esse cara. E o que me surpreendeu foi que ele já tinha registrado o domínio www.terracycle.com.br. Então fui procurá-lo via redes sociais e enviei um email explicando que, se ele tinha intenção de vir para o Brasil – e devia ter, por causa do domínio –, eu poderia ajudar. Afinal, meus clientes eram os clientes dele, fabricantes de embalagens. Mandei este email numa sexta-feira. Na segunda-feira, ele estava aqui e a gente conversou. No dia seguinte, ele me convidou para participar de algumas reuniões com parceiros e possíveis vendedores dos produtos e no final da quarta-feira me ofereceu a posição de head da TerraCycle no Brasil. Aceitei na hora. 

Que tipo de indústrias são procuradas pela TerraCycle?


A gente procura grandes empresas que tenham uma geração de resíduos inerente ao seu processo. Existem dois tipos de resíduos que nos interessam. Primeiro há o resíduo pós-industrial, que é a sobra da embalagem que foi mal-impressa, o produto que foi descartado por questões de qualidade, pallets de madeira que não são mais utilizados, etc. Isso tudo é rejeito, e algumas empresas já têm soluções, mas a gente pode incrementar. Por exemplo, com o plástico que sobra podemos fazer novas caixas e pallets de plástico, para serem utilizados dentro da própria indústria. Só que o resíduo pós-industrial representa em torno de 6% da matéria-prima que a indústria consome. A grande questão são os 94% que vão para o mercado, que são consumidos e viram o segundo tipo de resíduo, que é o pós-consumo.  

O foco maior seria nesse tipo de resíduo?

Esse é o nosso grande foco. Buscar soluções para resíduo pós-consumo, mas principalmente aquele lixo que ainda não tem uma cadeia de reciclagem consolidada. Dificilmente você verá um projeto da TerraCycle com latas de alumínio no Brasil, porque aqui 96% das latas vendidas já são recicladas. A gente gosta de meter a cara onde ainda não existem soluções. Quebrar a cabeça, discutir com nossa rede de contatos mundiais e achar uma solução. Por exemplo: embalagens de salgadinho. O plástico recebe um vapor de alumínio para aumentar à resistência à oxidação e aumentar a vida útil do alimento na prateleira. É uma medida necessária, ou o desperdício de alimentos seria grande. Mas isso torna mais difícil reciclar. Então fomos até a Pepsi [dona da linha de produtos Elma Chips]. Aqui no Brasil a Pepsi usa muitos displays plásticos de ponto-de-venda, e a gente desenvolveu uma forma de fazer esses displays a partir das embalagens de salgadinho. O que antes era resina virgem eles agora fazem com as próprias embalagens. 

Para a indústria, essa solução sai mais cara ou mais barata?

Nossa meta é  fazer produtos com a mesma qualidade e o mesmo preço pelo qual as indústrias comprariam. O display de salgadinhos custou 7,8% menos que o display original. Esse é o desafio, senão não adianta, a sustentabilidade é o tripé: social, ambiental e econômico. E o econômico tem que fechar a conta. Se na China o estojo custa um dólar, o nosso tem que custar um dólar. 

Mas de onde vem a economia? Como vocês conseguem fazer produtos mais baratos que a China?

Primeiro tem a questão da matéria-prima, que grande parte conseguimos de graça, com as coletas. Claro que precisamos de zíperes, linhas de costura, mas grande parte já está na mão. Depois tem a logística: não tem o frete da China para cá. E tem a estabilidade que oferecemos para os parceiros que transformam nossos produtos. Eu fecho o pedido antes de começar a produzir. As costureiras sabem que terão um período de trabalho constante, que não tinham antes. E isso garante uma produtividade maior.  

Quais os principais exemplos de resíduos pós-consumo que vocês coletam?


Até dezembro tínhamos seis categorias de resíduos coletados pelas brigadas, e em janeiro estamos abrindo mais seis. São embalagens de salgadinho, suco em pó, margarina, produtos congelados (pizza, lasanha, hambúrguer), chocolate, biscoito, pet food, sorvete, tempero, iogurte, sopa em pó e papel sulfite (a embalagem da resma). É lógico que algumas dessas embalagens têm composições idênticas, mas separando por categorias fica mais fácil para quem está coletando. Desde a dona de casa até o técnico entende quando trabalhamos em categorias. 

Qual o perfil das pessoas que participam das brigadas de coleta?

O perfil dos 3 mil líderes de brigadas é o de pessoas envolvidas com questões socioambientais. A gente vê que eles estão prontos a ajudar, prontos para fazer a diferença. Só não tinham um projeto. Muitas escolas, também, têm feito da TerraCycle o seu projeto de meio ambiente – e nós fornecemos material de educação ambiental, fazemos palestras. E uma coisa interessante: estamos estudando, para no final do primeiro trimestre fazer mudanças no sistema de recompensa das brigadas. Por exemplo, os dois centavos por unidade de lixo podem virar pontos, e esses pontos podem ser trocados por produtos ou serviços ecossustentáveis. Então “x” pontos podem significar três árvores plantadas, ou refeições para moradores de rua. 

2010 terminou como um ano bom para vocês. Quais as perspectivas para 2011?

Tínhamos uma expectativa de fechar o primeiro ano com dois grandes patrocinadores: a KraftFoods e a Pepsi. E fechamos com cinco: além dos dois, também a Nestlé, a BrasilFoods e a Suzano Papel e Celulose. Pela velocidade com que a indústria brasileira aceitou o modelo TerraCycle, a gente está conseguindo se estruturar um pouco mais rápido do que o planejado. Em dezembro passado, nos mudamos para uma sede maior, que vai ter realmente a cara da TerraCycle no resto do mundo. É um galpão com móveis reaproveitados de outros lugares ou feitos de lixo, todo decorado com grafitti [do artista Loro Verz], que é uma forma lúdica de mostrar que o que muitas vezes é considerado lixo, se a gente olhar diferente, pode ter valor, pode ser considerado arte. E nesse galpão nós pretendemos fazer aulas de grafitti, vamos ter um espaço para fóruns sobre sustentabilidade. Queremos que a nossa sede seja um lugar de interação, porque a inovação só existe quando houver interação.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

coopermiti

Associe-se

Poderão associar-se à COOPERMITI, salvo se houver impossibilidade técnica de prestação de serviços, quaisquer profissionais autônomos que se dediquem à atividade objeto da cooperativa e preencherem os pré-requisitos definidos no Estatuto Social e no Regimento Interno, sem prejudicar os interesses da cooperativa, nem com eles colidir.

Para associar-se, o interessado preencherá a Ficha de Matricula, com a assinatura dele e de mais dois cooperados, bem como a declaração de que optou livremente por associar-se, conforme normas constantes no Estatuto Social e no Regimento Interno da COOPERMITI.

Caso o interessado seja membro de outra cooperativa que não opere na área de reciclagem de materiais, deverá apresentar carta de referências por ela expedida.

O interessado deverá frequentar, com aproveitamento, um curso básico de cooperativismo, que será ministrado pela cooperativa ou outra entidade que possua parceria ou convênio firmado com a COOPERMITI. Concluído o curso, a Diretoria analisará a proposta de admissão e, se for o caso, a deferirá, devendo então o interessado subscrever quotas-partes do capital e assinar o livro de matrícula.

Não poderão ingressar na COOPERMITI as pessoas físicas com idade inferior aos 18 (dezoito) anos.

 

Formalidades e Documentação

Cumpridas todas as formalidades, o cooperado admitido na COOPERMITI, adquire todos os direitos e assume todos os deveres e obrigações decorrentes da Lei, do Estatuto Social, do Regimento Interno e das deliberações das Assembléias Gerais e da Diretoria.

Providenciar os seguintes documentos:
  • 2 fotos 3 x 4 (iguais e recentes);
  • Cópia da Cédula de Identidade (RG ou equivalente);
  • Cópia do documento CPF;
  • Cópia do Titulo de Eleitor;
  • Cópia do documento de alistamento militar (para pessoas do sexo masculino);
  • Cópia do comprovante de endereço;
  • Atestado médico, constatando as condições gerais de saúde do candidato;
  • Apresentar os documentos originais junto com as cópias.
As entrevistas de seleção e admissão devem ser sempre agendadas

oi futuro

Oi Futuro

Edital 2010

A Oi, através do Oi Futuro, lança o seu primeiro edital para a seleção de projetos voltados para a temática ambiental. O Programa Oi de Projetos para o Meio Ambiente 2010 busca apoiar, em todo o país, iniciativas de efeito multiplicador com o objetivo de construir uma nova realidade para as diferentes comunidades, desde as grandes metrópoles até os pontos mais distantes do Brasil.
Inscrições de 14 de dezembro de 2010 a 31 de janeiro de 2011
O Programa busca selecionar projetos de conservação e preservação ambiental nas áreas de: financiamento de novos empreendimentos integrando sustentabilidade e conservação ambiental; implementação/fortalecimento de tecnologias sociais que promovam o desenvolvimento sustentável e a conservação do meio ambiente; uso de novas tecnologias para a preservação ambiental e educação para a sustentabilidade.
Para inscrever seu projeto acesse, exclusivamente, oifuturo.org.br/meioambiente2010, e preencha o formulário eletrônico de inscrição.
Antes de iniciar este processo, recomendamos o download do formulário de inscrição em pdf aqui.
Conteúdos adicionais das propostas podem ser enviados para:
Oi Futuro / 1° Programa Oi de Projetos para o Meio Ambiente 2010
Rua Dois de Dezembro, 107/5º andar - Flamengo
Rio de Janeiro – RJ CEP 22.220-040
Documentos e anexos referentes às inscrições não serão devolvidos.